3 Estratégias Para Otimizar a Logística de Produção

A logística de produção é essencial para maximizar a eficiência e a qualidade na fabricação de produtos. Este blog explora estratégias detalhadas para otimizar desde o controle de estoque até o planejamento produtivo, com exemplos práticos e técnicas usadas por grandes empresas como a Apple para garantir excelência operacional e satisfação do cliente.

 

 

Logística de produção

 

Refere-se a uma gestão eficiente de recursos e processos incluídos na fabricação de produtos, que tem como principal objetivo garantir que a produção aconteça de forma eficiente e econômica,  mantendo os padrões de qualidade.

 

Essa logística envolve todas as atividades, desde o recebimento das matérias-primas até a entrega dos produtos finais aos clientes. Dentre elas, temos:

 

Controle de estoque

 

Encontrar níveis ideais de estoque para evitar excessos ou falta de materiais para a fabricação dos produtos, evitando problemas na linha produtiva.

 

Gestão de fornecedores

 

Os fornecedores são fundamentais para o suprimento de matérias-primas de qualidade para a fabricação. Essa atividade envolve uma boa seleção de fornecedores, controle de qualidade dos materiais e monitoramento dos prazos de entrega para evitar impactos significativos na produção.

 

Planejamento da produção

 

Desenvolver planos de produção com base na demanda do mercado, capacidade de produção da empresa, disponibilidade de recursos e prazos de entrega.

 

Quer entender um pouco melhor como isso funciona na prática? Vamos te dar um exemplo.

 

A empresa Apple busca analisar criteriosamente os fatores de demanda do mercado e inovação, conseguindo atingir uma maior assertividade nos produtos lançados. Adotando essa abordagem, a empresa consegue entregar produtos inovadores e de forma consistente, atendendo as expectativas dos clientes no mundo todo.

 

Além disso, é muito eficiente em manter um bom controle de estoque, evitando possíveis desperdícios, falta de produtos e custos adicionais, mas garantindo a disponibilidade de matéria prima.

 

Hoje, a PJ Consultoria vai te mostrar 3 estratégias para otimizar a logística de produção.

 

Padronização de processos

 

Essa estratégia se refere a padronizar e determinar os passos a serem seguidos para realizar todas as etapas envolvidas na linha de produção. Dessa forma, os processos são analisados para buscar as melhores práticas e identificar atividades que não agregam tanto valor à etapa.

 

Após essas alterações serem feitas, é necessário implementá-las corretamente na empresa para ocorrer a otimização da logística de produção. Algumas ferramentas que auxiliam ao longo desse processo são:

 

um tipo de diagrama que explica visualmente um processo da linha produtiva. Usando símbolos e definições padronizados, os fluxogramas descrevem visualmente as diferentes etapas e decisões de um processo.

 

é um documento que funciona como um manual de cada atividade presente no processo.

 

documento que mostra as funções dos funcionários ao longo da linha produtiva, delimitando as responsabilidades de cada um.

 

Como consequência, a eliminação de atividades desnecessárias e a simplificação do fluxo de produção permitem à empresa melhorar sua eficiência. Além disso, a padronização dos processos minimiza a quantidade de erros e favorece um alto padrão de qualidade dos produtos, já que os funcionários estão familiarizados e especializados nos procedimentos que realizam, estando menos propensos a cometer erros.

Também, a gestão do conhecimento dentro da empresa fica cada vez mais forte com as documentações dos processos, facilitando o treinamento de novos funcionários. Com isso, é possível otimizar a logística de produção de uma empresa.

 

Implementação da melhoria contínua

 

O processo de melhoria contínua aplicado à logística de produção nas empresas promove uma cultura organizacional de aperfeiçoamento e excelência. Os funcionários são incentivados a contribuir constantemente com estratégias para melhorar a eficiência operacional do processo produtivo, reduzir custos da empresa e atender às expectativas do cliente, grandes objetivos pretendidos na otimização da logística de produção.

 

 

Uma metodologia utilizada para aplicar a melhoria contínua no meio de trabalho é a ferramenta de ciclo PDCA (Plan,Do,Check,Act). Essa ferramenta estrutura um planejamento de ação, seguido pela implementação desse, avaliação do que foi feito e por fim, implementação de melhorias nos processos.

 

Na etapa de planejamento são identificados as causas e os fatores associados ao problema, para a estruturação de um plano de ação, com metas e objetivos bem definidos.

 

Na fase de ação, é o momento de execução prática do plano, em que ocorrem treinamentos dos funcionários envolvidos e a coleta de dados para a etapa seguinte.

 

Na terceira fase, ocorre o acompanhamento dos dados coletados e avaliação desses, para identificar gargalos no processo e comparar o planejamento com a execução.

 

Na última etapa, medidas corretivas são tomadas, com base no que foi avaliado, onde o processo é aprimorado como um todo.

 

Indicadores de desempenho

 

A estratégia da adoção de indicadores de desempenho tem um papel fundamental na otimização da logística de produção em uma empresa. Esses indicadores fornecem uma visão estratégica do desempenho da produção, possibilitando a identificação de possíveis melhorias no processo.

Alguns exemplos de métricas que normalmente são utilizadas pelas empresas são as associadas ao controle do estoque, tempo do ciclo de produção e desempenho dos funcionários. Mas é importante que a empresa alinhe a definição dos indicadores mais relevantes com a estratégia e objetivos do negócio, para que a assertividade seja alcançada.

 

 

Com o acompanhamento dos KPIs, as empresas são capazes de medir o sucesso de estratégias implementadas na logística de produção, visto que oportunidades de otimização são identificadas e ocorre a implementação de planos de ação para a correção dos gargalos.

 

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Concluindo, é possível perceber que otimizar a logística de produção é de extrema importância nas empresas. Entre os benefícios oferecidos, temos a eficiência na produção, que se refere a minimizar interrupções nos processos, a redução de custos devido ao melhor gerenciamento de estoque e a manutenção de um alto padrão de qualidade dos produtos devido a um maior controle de qualidade ao longo do processo.

Além disso, há uma maior satisfação dos clientes, já que a logística de produção tem como objetivo entregar os produtos com qualidade dentro do prazo estabelecido.

 

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Utilizando Fluxogramas como Ferramenta de Treinamento e Melhoria Contínua

O Fluxograma pode ser a ferramenta perfeita para se destacar diante da concorrência no cenário empresarial.  E para se destacar é preciso planejamento, treinamento e, acima de tudo, uma busca eterna pela melhoria contínua.

 

Para alcançar esse objetivo, as empresas necessitam adotar ferramentas eficazes que não só capacitem sua equipe, como também otimizem seus processos. Nesse contexto, surgem, como assunto principal do blog, os fluxogramas, um instrumento poderoso muito utilizado para treinar equipes e impulsionar a melhoria contínua nos processos empresariais.

Fluxograma

Fluxogramas: Uma Perspectiva Visual para o Sucesso Empresarial

 

Você sabe o que é um fluxograma? Bom, de forma prática, os fluxogramas são representações gráficas de procedimentos, geralmente, constituídos por formas geométricas, setas e símbolos que indicam as etapas sequenciais de um processo. Eles se tornaram uma ferramenta essencial para empresas de todos os setores devido à capacidade de proporcionar uma abordagem visual, facilitando o entendimento e a otimização dos fluxos de trabalho e das operações.

 

Manuais de Treinamento Intuitivos e Integração de Funcionários

 

Imagine contratar um novo membro para sua equipe de vendas. Para treiná-lo, em vez de fornecer um extenso documento textual sobre como realizar vendas, você pode criar um fluxograma minucioso que orienta visualmente o novo membro sobre cada etapa do processo de vendas. Isso torna o treinamento mais acessível, produtivo e ainda reduz a curva de aprendizado, pois novos funcionários podem compreender facilmente como suas tarefas se encaixam no contexto geral da empresa, captando rapidamente como cada etapa contribui para os objetivos organizacionais. 

 

Melhoria Contínua 

 

A melhoria contínua é a espinha dorsal de qualquer organização bem-sucedida, afinal, é a capacidade de identificar ineficiências e otimizar processos que diferencia as empresas que prosperam daquelas que estagnam.

 

Mapeamento de Processos e Identificação de Gargalos

 

Os fluxogramas são ferramentas inestimáveis para o mapeamento de processos. Eles são capazes de proporcionar uma visão clara e completa de como as atividades são realizadas, permitindo uma análise detalhada e sistemática. Esse mapeamento é fundamental para identificar gargalos, redundâncias e ineficiências. 

 

Nessa perspectiva, suponha que uma empresa de manufatura esteja enfrentando atrasos na produção. Através de um fluxograma, é possível rastrear exatamente onde esses atrasos ocorrem, seja na logística de suprimentos, no processo de produção ou no controle de qualidade. Essa identificação permite que a empresa tome medidas direcionadas para solucionar o problema em vez de abordar apenas os sintomas.

 

Os fluxogramas possibilitam uma análise visual dos dados, o que facilita o estudo das informações internas e dos indicadores empresariais. Sendo assim, as empresas deixam de depender apenas de descrições textuais e passam a poder observar visualmente como cada etapa do processo se relaciona com as outras para que, assim, possam tomar decisões assertivas.

 

Padronização e Garantia de Qualidade

 

Outro ponto super importante para a reputação de uma empresa é manter um alto padrão de qualidade. Nesse sentido, os fluxogramas desempenham um papel fundamental. 

 

Em primeiro plano, quando se trata de padronização, podemos mencionar o aumento da facilidade de se estabelecer padrões nas operações, afinal, com um fluxograma, é possível visualizar o processo produtivo completo e tudo se torna mais claro e organizado. Isso garante que as tarefas sejam executadas de maneira consistente, independentemente de quem as realiza.

 

Em segundo plano, os fluxogramas permitem que as empresas definam critérios de qualidade e metas de desempenho para cada etapa do processo. Isso facilita a avaliação da performance produtiva por meio dos indicadores e a identificação de áreas que precisam de melhorias contínuas. Portanto, os critérios de qualidade se tornam claros e conhecidos por todos, logo, podem ser cumpridos mais naturalmente.

 

Implementando Fluxogramas na Sua Empresa

 

Agora que já entendemos a importância dos fluxogramas como ferramenta de treinamento e melhoria contínua, é fundamental saber como podemos implementá-los efetivamente.

 

1 Passo – Identificação dos Processos-Chave:

Tudo deve começar na etapa de reconhecer quais são os processos-chave em sua organização que podem se beneficiar do uso de fluxogramas. Isso pode incluir desde processos operacionais até procedimentos de recursos humanos e atendimento ao cliente.

 

2 Passo – Coleta de Dados e Observação: 

Em seguida, para criar fluxogramas precisos, é fundamental coletar dados reais sobre como os processos são executados. Isso pode envolver a observação direta dos funcionários, análise de dados históricos e entrevistas com os membros da equipe, por exemplo.

 

3 Passo – Design dos Fluxogramas:

Utilize ferramentas de software de diagramação, como o Microsoft Visio ou ferramentas online, para criar os fluxogramas. é essencial que você se certifique de incluir todas as etapas relevantes, decisões, pontos de verificação e responsabilidades.

 

4 Passo – Teste e Iteração: 

Uma vez criados, os fluxogramas devem ser testados na prática. Isso permite identificar quaisquer problemas ou ineficiências que não tenham sido previstos. Os fluxogramas podem ser ajustados e aprimorados com base nos resultados do teste.

 

5 Passo – Treinamento e Comunicação:

Posteriormente, os fluxogramas podem ser incorporados aos programas de treinamento para novos funcionários. Entretanto, é importante comunicar as mudanças aos membros da equipe existentes e fornecer orientações sobre como os fluxogramas devem ser seguidos.

 

6 Passo – Monitoramento Contínuo:

Vale ressaltar que, afinal de contas, os fluxogramas não são ferramentas estáticas. Eles devem ser revisados e atualizados regularmente para refletirem possíveis mudanças nos processos e identificar oportunidades adicionais de melhoria.

 

Conclusão

 

A implementação de fluxogramas em sua empresa pode representar uma mudança significativa em direção ao sucesso empresarial. Entretanto, entendemos que cada organização é única, enfrentando desafios e necessidades específicas. É por isso que convidamos você a realizar um diagnóstico com a PJ Consultoria.

 

Não permita que sua empresa fique para trás no mercado competitivo de hoje. Aproveite a oportunidade para explorar possíveis melhorias e alcançar novos patamares de excelência operacional.  

 

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Divisão de Responsabilidades: Como Definir Papéis e Responsabilidades para uma Equipe rumo ao 100 %de Sucesso!

A Divisão de Responsabilidades é imprescindível para se ter uma equipe de sucesso. Caso contrário, ocorrerão provavelmente sobrecargas e gargalos.

 

Ou como Vicente Falconi, ex-aluno da UFMG e fundador de uma grande empresa de consultoria, fala: “O problema dentro de algumas empresas é que todo mundo manda e ninguém pode resolver nada”, ou seja, possuem uma divisão de responsabilidades ineficaz. Mas, então, o que é função? É o cargo da pessoa?

 

organização de uma equipe com divisão de responsabilidades

 

Bom, função não é sinônimo de cargo. A função é estática e está relacionada às tarefas que as pessoas devem desempenhar para que uma organização funcione, ou seja, sempre deverão ser feitas. Já o cargo é a forma que essas funções serão divididas entre as pessoas, podendo variar constantemente.

 

Dessa forma, saber sobre os tipos de função é essencial para definir os papéis de cada indivíduo dentro da organização em uma situação de normalidade e de anormalidade, e fazer com que haja uma divisão de responsabilidades e a equipe trabalhe de uma forma harmoniosa e eficaz. Mas, quais são os tipos de função? Existem três funções principais em uma organização: Operacional, Supervisão e Gerencial. 

 

Divisão de Responsabilidades: tipos de função

Função Operacional 

 

As pessoas com a função operacional são aquelas que de fato realizam as demandas de produção, ou seja, elas recebem e transportam insumos, conduzem as máquinas, fazem realmente as manufaturas e armazenam os produtos finais.

Para que o trabalho desses indivíduos seja padronizado e eficaz é imprescindível que ele seja baseado no Procedimento Operacional Padrão, um documento autoexplicativo que visa a uniformização dos processos e gestão do conhecimento na empresa. Com os POPs, temos a sequência de tarefas e atividades executadas pelos operadores descritas e detalhadas, norteando os 

 

indivíduos em seu trabalho. Além disso, neste documento há também a descrição de possíveis erros e problemas comuns com a sua respectiva solução. Como por exemplo, em uma empresa de costura o POP poderia ter “se a linha agarrar na máquina, pare a produção e corte o nó”. Dessa forma, a base da função operadora é seguir esse documento.

Já em uma situação de anomalia, ou seja, eventos não descritos no POP ou situações adversas. Como por exemplo, voltando à empresa de costura, se a mesa quebrar, o operador deve, então, relatar o problema ao seu supervisor. 

 

Função Supervisora

 

O indivíduo com a função do tipo supervisora basicamente faz uma ponte entre os operadores e os gerentes. Ele basicamente precisa, em uma situação de normalidade na empresa, verificar se os operadores estão cumprindo com os POPs.

 

Para que essa pessoa seja treinada, ela deve fazer um plano anual de controle das tarefas operacional, o qual deve guiar o seu trabalho inicial, ser fácil de compreender e ficar a vista em sua sala. Além disso, durante o período de aprendizagem o supervisor também deve, inicialmente, realizar a verificação do trabalho dos operadores de maneira formal, como por um formulário.

 

Se ocorrer alguma situação anómala, os supervisores devem conduzir para a correção do problema. Para isso, ele deve primeiramente verificar se o Procedimento Operacional Padrão foi cumprido. Caso o POP não tenha sido seguido deve-se investigar a causa, pode ser desatenção, desconhecimento, o documento está incompleto ou falta de treinamento das pessoas envolvidas. 

 

Caso contrário, o supervisor deve continuar investigando. Se a situação for simples de resolver, ela deve ser solucionada por ele. Porém, se for mais complexa ela deverá ser passada para o gerente por meio de um relatório de anomalia. 

 

Dessa forma, os supervisores devem gastar 50% do seu tempo com controle da padronização, diagnóstico e ações corretivas. E o resto do tempo ajudando o gerente a solucionar os problemas crônicos.

 

Função gerencial 

 

Na função gerencial, os indivíduos são responsáveis por conduzir a equipe a atingir as metas propostas por eles e pela sua chefia. Dessa forma, eles devem treinar e conduzir os seus colaboradores imediatos para que a equipe alcance os objetivos propostos. A função básica dele é capacitar os supervisores para treinarem os operadores. 

 

Ademais, deve-se ter em mente que a função gerencial, independente do cargo relacionado a ela na empresa, também é responsável por gerenciar os recursos humanos da organização por está liderando pessoas. Por conseguinte, ele deve criar um ambiente que acolha e motive todos os envolvidos. Além disso, é tarefa dele promover a cultura de relato de ideias novas e de anomalias.

 

E quando tem um problema o que o gerente deve fazer? Primeiramente as anomalias virão, em maioria, por meio dos relatórios enviados pelos indivíduos com o papel de supervisionar os operadores. Assim, os gerentes devem analisá-las e priorizá-las para identificar e selecionar as crônicas. Após escolher as mais críticas, ele deve conduzir a equipe a solucioná-las.

 

Dessa maneira, percebe-se que as tarefas da função gerencial giram em torno de guiar, incentivar e corrigir os colaboradores para atingirem as metas.

 

Na prática, como classificar e melhorar a divisão de responsabilidades dentro de uma organização ?

 

Aqui na PJ Consultoria, nós trabalhamos tanto com o gerenciamento da rotina, quanto com as ferramentas para facilitar a gestão da sua empresa e seus processos.

 

Nossa solução completa em gerenciamento da rotina conta com etapas desde o levantamento dos processos realizados até a divisão de responsabilidades e a definição dos cargos e as suas atividades, onde podemos sugerir melhorias de processos além de padronizá-los. Já quanto às ferramentas de gestão, criamos projetos utilizando Power BI, Excel e o ambiente do Google Workspace, visando a solução mais adequada para sua empresa.

 

Que tal se juntar com a PJ consultoria e criar um projeto personalizado para você, que passe por todas essas etapas e, no fim, te auxilie na divisão de funções? Agende um diagnóstico gratuito.

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Gerenciamento da Rotina: Como fazer uma boa gestão de qualidade. Conheça as 7 principais ferramentas para te auxiliar a solucionar gargalos no seu negócio

O gerenciamento da rotina do trabalho é essencial para empresas que buscam otimizar seus resultados e melhorar a sua performance. A desorganização no ambiente de trabalho acarreta diversos problemas, além de reduzir a produtividade e a eficiência do processo, também é responsável por uma queda na qualidade dos serviços e produtos.

 

Gostaria de evitar conflitos organizacionais, otimizar seus processos e ainda traçar metas e resultados de maneira eficiente dentro da sua empresa? Se sim, o gerenciamento da rotina é a solução para seus problemas, conheça agora as 7 principais ferramentas para te auxiliar a solucionar os principais gargalos de seu negócio.

 

 1.Histograma

 

É utilizado para apresentação de dados e análise de. A demonstração dos dados é exibida, na maioria das vezes, através de gráficos e tabelas. Essa ferramenta é muito útil para analisar amostragens dentro da empresa de uma forma mais visual e sucinta.

Histogramas são muito úteis quando a empresa não apresenta uma análise integra sobre assuntos como: tempo de produção, tempo de espera por cliente e afins.

 

Abaixo está um exemplo de um histograma que apresenta dados sobre a estatura do homem brasileiro:

 

Gerenciamento da Rotina: Histograma

 

Observando os dados sobre a estatura do homem brasileiro , vemos que os mesmos são apresentados através de um gráfico de barras, facilitando a análise.

2. Diagrama de Pareto

Com a representação semelhante ao histograma, o diagrama de Pareto é apresentado através de um gráfico de barras, ordenados em barras do maior para o menor, geralmente é utilizado quando se precisa analisar as causas e as consequências de um gargalo na empresa.

O diagrama de Pareto é muito importante quando as empresas estão enfrentando algum problema, pois ele auxilia na detecção dos principais causadores de gargalos, permitindo com que a empresa aja de maneira mais concentrada e objetiva.

3. Diagrama de Ishikawa

O diagrama de Ishikawa, também conhecido como “diagrama de causa e efeito”, é mais uma ferramenta para auxiliar na resolução de problemas, ele tem o intuito de apontar além das causas e efeitos de um problema, todas as possibilidades que contribuem para o agravamento do mesmo.

Com a criação desse diagrama, a gestão da empresa é capaz de conhecer mais profundamente o que acarreta um problema, além de entender quais elementos são os principais responsáveis pelo agravamento deles.

O diagrama é representado da seguinte forma, o gargalo(problema) é representado por uma linha central e os fatores que o afetam são organizados em outras linhas diagonais.

Para o desenvolvimento do diagrama, primeiramente, a equipe de gestão levanta as possíveis hipóteses para o mau funcionamento da empresa, após essa etapa, deve-se analisar mais profundamente cada hipótese, afim de encontrar as principais causas e trabalhar em cima delas.

Logo abaixo, observamos um diagrama de Ishikawa que busca estudar a perda de produtividade em uma ferramentaria.

Gerenciamento da Rotina: Diagrama de Ishikawa

Com a análise desse diagrama, fica muito simples para nós encontrarmos as principais causas do problema, e agir em cima delas.

 

4. Carta de Controle

A carta de controle, diferentemente das outras ferramentas, é representada por um gráfico estatístico, ela é responsável por ajudar na análise dos possíveis desvios e variações que ocorrem durante o processo da empresa.

São 3 elementos responsáveis pela formação da carta de controle:

 

A carta de controle é utilizada como uma maneira de monitorar a performance de um processo, assim como sua conformidade, se algo inesperado prejudica o desempenho do processo, isso é facilmente acusado pelos dados contidos na carta de controle.

5. Fluxograma

O fluxograma é uma das ferramentas mais úteis para se entender um processo de uma empresa, nele são representadas, de uma forma bem visual, todas as fases, atividades, eventos e tarefas da cadeia produtiva, incluindo condições e caminhos que o produto pode percorrer ao longo de seu desenvolvimento.

6. Gráfico de Correlação/Diagrama de Dispersão

O diagrama de dispersão, também conhecido como gráfico de correlação, é útil para relacionar duas variáveis. Com ele, é possível observar o que acontece com uma variável quando outra muda, e observar se é pertinente trabalhar com as variáveis de maneira correlacionada, como por exemplo, impondo uma relação de causa e efeito.

O diagrama de dispersão conta com dois tipos de elementos:

A partir da análise dos elementos supracitados, é possível chegar nas seguintes conclusões:

 

7. Folha de Verificação

A folha de verificação apresenta um sistema muito parecido com um checklist, com a execução dela, é possível monitorar todas as etapas e atividades previamente escolhidas, certificando-se de que todas os prazos foram cumpridos. Apesar de representar uma ferramenta de fácil manuseio, a folha de verificação é muito útil e auxilia demasiadamente na cadeia produtiva, pois ajuda a prevenir possíveis erros e/ou esquecimentos.

As 7 ferramentas da gestão de qualidade são muito importantes para o desenvolvimento saudável de uma empresa, com elas, é possível diminuir erros, otimizar processos, e monitorar todas as etapas da cadeia produtiva.  Por esses e outros motivos, é primordial que uma empresa que apresente problemas em sua linha produtiva, realize um gerenciamento da rotina, visando solucionar os gargalos encontrados e instaurar um ambiente de trabalho saudável e eficaz no seu negócio.

Gostou de saber mais sobre as 7 ferramentas da gestão da qualidade?

Sua empresa apresenta algum problema que pode ser facilmente solucionado por um gerenciamento da rotina?

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ISO 9001:2015: Quais são seus benefícios?

O maior questionamento de gestores e empresários a respeito da Norma ISO 9001:2015 é se ela realmente trará benefícios para a organização. Será que vale a pena mesmo investir nessa certificação? Como ela ajudará minha empresa? Como obter a certificação?

O que é a norma ISO 9001?

 

A ISO 9001 é uma norma reconhecida internacionalmente que visa padronizar determinado produto ou serviço. Ela define os requisitos para a implantação do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) em uma organização, de forma a garantir que os processos sejam otimizados e atinjam o padrão de qualidade esperado. Com isso, a satisfação dos clientes e a confiança que depositam na empresa crescerão significativamente.

Também foi criada uma tradução dessa norma no Brasil que publicada pela ABNT, sendo nomeada como ABNT NBR ISO 9001, de 2015.

Esta norma conta com 7 princípios da qualidade que definem o que a empresa precisa para alcançar o sucesso em sua implementação. São eles:

 

Foco no cliente  – toda a empresa trabalha focada em atender as expectativas do cliente e para que ele fique satisfeito, visando sua fidelização.

 

Liderança – É extremamente importante para que mantenha todos os funcionários alinhados com os objetivos da empresa e com motivação para realizar seu trabalho com eficácia e atingir as metas.

 

Abordagem de processo e Sistêmica para a gestão – Estudo das entradas e saídas da empresa e a ligação entre todos os processos, facilitando a identificação de onde está gerando prejuízo ou lucro.

 

Engajamento das pessoas – Cada colaborador tem um papel essencial na empresa e deve se envolver nos processos para identificar problemas e buscar melhorias.

 

Melhoria Contínua – Busca constante pela melhoria dos processos para atingir a melhor qualidade possível, redução de custos e manutenção no mercado.

 

Tomada de decisão baseada em evidências – Utilização de indicadores, auditorias e análises para obter maior assertividade na tomada de decisões e melhoria dos serviços e produtos.

 

Gestão de Relacionamento – Conquistar uma boa relação com as partes interessadas, pois permite estabelecer melhores prazos e preços que contribuirão para a qualidade dos produtos e serviços. 

Quais são os benefícios da ISO 9001?

 

São inúmeros os benefícios proporcionados pela norma ISO 9001:2015 e eles se estendem desde a expansão no mercado até a melhoria de processos e relações internas

A ISO 9001, por ser um modelo de negócio que busca a melhoria contínua, proporciona uma mudança de comportamento em todos os setores da empresa. Tal fato, junto com a padronização e otimização dos processos, faz com que o relacionamento entre os colaboradores melhore muito. A comunicação entre as diferentes áreas se torna mais fluida e inclusive, menos necessária, pois as informações já são claras e bem definidas. 

Um dos principais benefícios é o diferencial competitivo que a empresa conquista, pois ela alcança melhores resultados e, consequentemente, um destaque no mercado. Isso é feito por meio da redução de custos, redução dos desperdícios, organização interna e padronização dos processos.

Além disso, a certificação garante não só a melhoria da performance dos seus negócios, como também um reconhecimento nacional e internacional de que a sua empresa está dentro das especificações de qualidade. Desse modo, assegura que os produtos e serviços são confiáveis e que atenderão as necessidades dos clientes. Facilita, também, negociações e favorece novas oportunidades, pois em muitos setores de atuação o selo de certificação é um requisito básico.

Quais empresas podem obter a certificação na ISO 9001?

 

Qualquer empresa pode obter a certificação na ISO 9001, seja ela pública ou privada, desde microempresas até as de grande porte, independente do setor de atuação e do produto ou serviço oferecido. 

O que devo fazer conseguir a certificação?

 

O primeiro passo é a adequação às normas da ISO 9001. Isso é feito através de consultoria e treinamento, realizado pela PJ Consultoria. Em seguida, é necessário passar por uma auditoria interna que irá analisar se existe necessidade de ajuste. Depois, é contratado um organismo de certificação que, após realizar a auditoria de certificação para identificar se todos os requisitos foram contemplados, emitirá o selo. Este último processo cabe aos organismos de certificação reconhecidos pelo IAF (International Accreditation Forum), representado atualmente no Brasil pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).

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