
A organização empresarial é fundamental para o crescimento estruturado de uma empresa, pois aumenta a produtividade e reduz os desperdícios no dia a dia. A desorganização de ambientes, a confusão de processos e a falta de padronização impactam diretamente os resultados das organizações, gerando atrasos e retrabalho de entregas. Diante desse cenário, metodologias simples e eficazes se tornam grandes aliadas para uma gestão eficiente, e o 5S se destaca como uma das mais acessíveis e aplicáveis.
O método 5S permite que a organização empresarial seja construída de forma prática, envolvendo pessoas, processos e o ambiente de trabalho. Mais do que arrumar espaços físicos, a metodologia promove e exige uma mudança de mentalidade e cultura empresarial, incentivando disciplina, padronização e melhoria contínua.
O 5S é um método japonês criado para promover organização, padronização e disciplina nos ambientes de trabalho. Seu nome é originado a partir das iniciais de palavras japonesas que representam os 5 sensos que estruturam o método.
Apesar de simples, o 5S impacta significativamente a organização empresarial. Por atuar diretamente na rotina das pessoas e dos setores das empresas, com grande enfoque na maneira que os processos são conduzidos, seus resultados podem ser observados imediatamente após sua execução. A metodologia pode ser aplicada em organizações de qualquer porte e segmento, sendo extremamente eficaz quando implementada de maneira gradual e consistente.

Como dito anteriormente, a metodologia é composta por 5 sensos fundamentais para uma organização empresarial forte e produtiva. Esses são os 5 sensos japoneses que compõem a ferramenta:
1- Seiri (Utilização): separar o que é necessário do que não é.
2- Seiton (Organização): definir um lugar certo e funcional para cada item.
3- Seiso (Limpeza): manter o ambiente limpo e eficiente.
4- Seiketsu (Padronização, Saúde e Higiene): criar padrões para manter os sensos anteriores a fim de que a saúde dos colaboradores se mantenha íntegra dentro do espaço de trabalho.
5- Shitsuke (Disciplina): transformar toda a organização anterior em hábitos que reforcem e melhorem os resultados obtidos.
A seguir, separamos 5 maneiras práticas para você aplicar o 5S hoje mesmo e fortalecer a organização da sua empresa!
Relacionada ao primeiro senso (Seiri), a priorização e eliminação de itens é algo essencial para a organização de um ambiente. Assim, a primeira prática consiste em identificar e eliminar tudo o que não faz sentido ou não gera valor para a rotina da empresa. Isso pode envolver documentos e papéis obsoletos, materiais acumulados e inutilizados há muito tempo e até mesmo dados e arquivos digitais sem utilidade.
Na organização empresarial, o excesso de informação é um dos principais inimigos da produtividade e eficiência de um setor. Mantendo apenas o que é realmente necessário, a empresa libera espaço, reduz desperdícios e facilita o acesso à informações e materiais importantes, otimizando o tempo da equipe.
Essa prática de seleção e descarte do que é inútil deve ser aplicada em ambientes físicos e digitais e contribui diretamente para uma organização empresarial mais enxuta e funcional!
Mesmo após a seleção dos itens que permanecerão no dia a dia da empresa, é fundamental organizá-los. Por isso, a próxima prática está relacionada ao senso de organização (Seiton), propondo um local definido, identificado e de fácil acesso para cada item.
Padronizar armários, prateleiras, pastas e arquivos por meio de etiquetas ou padrões de cores traz uma disposição visual mais organizada e sistemática facilitando a identificação dos itens. Quando os funcionários sabem onde localizar e devolver cada objeto, a organização empresarial se fortalece e o tempo perdido em buscas desnecessárias é reduzido.
Essa prática impacta diretamente a produtividade, a qualidade de execução das tarefas e até mesmo o bem estar dos colaboradores.
Um local limpo, organizado e eficiente é essencial para o bom funcionamento de suas atividades. Nesse sentido, essa prática é fundamentada no terceiro senso, o de limpeza (Seiso). No 5S, o conceito de limpeza vai além da aparência do lugar, ele se relaciona diretamente com a prevenção de problemas e identificação de falhas nos processos.
Mantendo um ambiente limpo, é possível perceber desgastes, erros operacionais, vazamentos, além de outros problemas, antes que estes se tornem mais graves. Assim, a organização da sua empresa se torna mais preventiva e menos reativa.
Criar pequenas rotinas de limpeza e revisão ajuda a manter o ambiente funcional, contribuindo para um clima organizacional mais positivo, além de viabilizar a identificação e atuação em um problema ainda na sua fase inicial.
Após a implementação dos sensos anteriores, a padronização dos processos é fundamental para que a organização empresarial alcançada até aqui se mantenha ao longo do tempo. Por isso, crie checklists, descrições claras dos procedimentos ou fluxogramas, todas as ferramentas de normalização são bem-vindas nessa etapa. Tal prática de estruturação e mapeamento dos processos está relacionada com o quarto senso, (Seiketsu), que busca garantir a uniformização das etapas anteriores e das rotinas de cuidado que garantam a saúde e higiene no ambiente de trabalho.
Na organização empresarial, isso significa estabelecer padrões de limpeza, ergonomia, ventilação, uso adequado dos espaços e cuidados com a saúde no dia a dia. Ambientes organizados e higienizados reduzem riscos de acidentes, afastamentos por problemas de saúde e aumentam o conforto no trabalho.

O passo mais importante da consolidação da nova estrutura da sua organização empresarial está aqui! Para que todas as ações implementadas se mantenham a longo prazo na sua empresa, é necessário mudança de cultura e mentalidade. Essa prática se relaciona com o último senso (Shitsuke), que fala sobre a disciplina e a transformação dessas atividades em hábitos.
Para que a organização empresarial seja sustentável, é preciso engajar a equipe, promover treinamentos e contar com a liderança como exemplo. A disciplina garante que os padrões sejam seguidos mesmo com o passar do tempo.
Quando o 5S é incorporado à cultura da empresa, a organização deixa de ser um esforço isolado e passa a fazer parte da identidade organizacional.
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Promover a organização empresarial é essencial para empresas que buscam mais eficiência, produtividade e padronização. O 5S se destaca por ser uma metodologia simples e prática, mas que exige planejamento e acompanhamento para gerar resultados duradouros.
Com o apoio da PJ Consultoria, sua empresa pode implementar o 5S de forma estruturada e alinhada à sua realidade. Se a ideia é transformar organização em resultados, este é o momento de dar o próximo passo.
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Os desafios na gestão de projetos industriais são diversos e complexos, mas com as estratégias certas, é possível superá-los. A chave para o sucesso reside na preparação adequada, na adoção de ferramentas e metodologias adequadas, e no compromisso contínuo com a melhoria e inovação. Ao enfrentar esses desafios de forma proativa, as empresas podem não apenas sobreviver, mas prosperar no ambiente industrial competitivo de hoje.
Mesmo que esse seja um meio de trabalho em que apresenta bastante responsabilidade e competitividade ao redor, se o trabalho for feito da maneira correta e seguindo as novas tendências do mercado, qualquer empresa pode conseguir esse sucesso no final,porém tendo que identificar e resolver todos possíveis gargalos dos processos.
Tendo em vista a existência de centenas de problemas nesse âmbito industrial, iremos citar abaixos os mais comuns e uma breve explicação de como resolvê-los:

É muito comum que gestores de Projetos Industriais tenham dificuldade de alocar e gerir de maneira eficaz e otimizada os recursos, seja recurso material ou financeiro, que ele possui dentro de um projeto . Na maioria das vezes essa gestão ineficaz faz com os resultados esperados para aquele projeto não ocorra da maneira prevista, uma vez que esse tipo de gestão pode ocasionar problemas na qualidade do produto final do projeto e na parte financeira da indústria.
Dessa forma, é importante encontrar formas de otimizar ao máximo essa gestão de recursos, porém para o gerente dos projetos terem decisões e gestões mais assertivas é necessário que essas decisões sejam tomadas após a análise de dados e informações relevantes para aquele projeto.
Logo, ultimamente, várias indústrias têm implementado sistema de monitoramento para rastrear e otimizar o uso de recursos ao longo do projeto, rastreamento esse que irá ajudar no projeto para o qual ele está sendo usado e também servirá como base de dados para projetos futuros.
Para que um projeto seja otimizado é necessário que todos os setores envolvidos em Projetos Industriais estejam integrados, uma vez que essa falta de integração e comunicação entre esses setores atrasam o andamento do projeto e acabam gerando um custo maior.
Logo é muito importante que setores interdependentes dentro de uma indústria tenham uma comunicação eficaz, aliada a uma gestão à vista, podendo utilizar, dessa maneira, ferramentas que auxiliem essa integração. Tais ferramentas podem ser:
Quadro kanban para uma gestão a vista de todos os setores envolvidos naquele projeto, ferramentas como planilhas de excel, podendo ou não estar integrada a um power bi, para que as informações necessárias de cada setor fiquem mais visíveis, além de outras inúmeras ferramentas que podem ser utilizadas dependendo do caso específico da indústria.
Se caso uma empresa busca realizar seus processos sem ter o cuidado sobre esse tema e sem a utilização de ferramentas como trouxemos acima , sua empresa estará limitada a um nível , pois mesmo que a indústria apresenta vários setores responsáveis por cada parte , se não houver essa comunicação ideal , surgirá problemas como citamos acima , sendo o principal deles o retrabalho , que afetará tanto na questão matéria prima quanto no ponto mão de obra.
Durante a execução de um projeto industrial, manter a qualidade de todos produtos é muitas vezes o maior desafio dos gerentes, já que grandes variações na qualidade gera um retrabalho e um desperdício muito grande no processo. Sabendo disso, é importante que as indústrias atuais implementem cada vez mais itens de controle durante o processo fabril, com a intenção de diminuir essa variação,diminuir o desperdício e otimizar o retrabalho do processo.
No entanto, é válido ressaltar que esses itens de controle devem ser escolhidos e aplicados de forma coerente com o contexto em que a indústria funciona e atua, trazendo dessa forma uma verificação personalizada para o projeto, pois se caso for implementado de qualquer forma e sem uma pré análise do perfil do processo , não terá o resultado esperado, devido ao fato de que essa ferramenta precisa ser totalmente personalizada de acordo com o projeto para ter um bom resultado.
Portanto , percebe-se que esses desafios são recorrentes no dia a dia dos gestores de projetos , porém se entenderem sobre os problemas que tem que lidar e usar de soluções estratégicas como trouxemos acima , a empresa pode ter sucesso no final, devido a esse trabalho perspicaz e eficiente sobre o processo.
Assim , essa profissão nos dias atuais apresenta um enorme potencial de crescimento e uma elevada necessidade de capacitação, para conseguir lidar e liderar da melhor forma diante dessas situações de alto risco e complexidade.Enfim, mesmo que tenhamos separados os problemas principais e detalhado melhor eles , esse meio apresenta bastante possíveis novos gargalos , assim sendo um assunto que requer mais estudo sobre e atenção se você deseja entrar ou entender mais a respeito de Projetos Industriais.
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Em qualquer empreendimento, a Gestão de Estoque é uma engrenagem essencial. Ela não apenas assegura um fluxo constante de produção, mas também garante que atempresa atenda às demandas do mercado. Em termos simples, a gestão de estoque é o processo de supervisionar, controlar e otimizar os bens e materiais mantidos por uma organização.
Seu objetivo principal é equilibrar oferta e demanda, reduzir custos de armazenagem, evitar escassez de produtos e maximizar a eficiência operacional.

Uma das estratégias mais comuns é a previsão de demanda. Isso envolve analisar padrões históricos de vendas, tendências de mercado e sazonalidades para prever com precisão a quantidade de produtos necessários em um período específico. Isso permite um planejamento mais preciso da produção e reposição de estoques, prevenindo tanto a falta quanto o excesso de mercadorias.
Outra estratégia-chave é o uso de modelos de controle de inventário, como o FIFO (First In, First Out) ou o LIFO (Last In, First Out). Esses modelos determinam a ordem em que os produtos são vendidos ou usados na produção, evitando a obsolescência de estoques e maximizando eficiência financeira.
A importância da gestão de estoque em um sistema contínuo é evidente. Ela garante que a empresa atenda à demanda do mercado de forma consistente, mantendo a satisfação do cliente e sua reputação. Além disso, uma gestão eficaz reduz custos operacionais, evitando investimentos excessivos em inventário ou desperdício de recursos devido à obsolescência de produtos.
Em um sistema contínuo, onde a produção é constante e as operações ocorrem sem interrupções, a gestão de estoque torna-se ainda mais vital. Ela atua como um amortecedor entre oferta e demanda, garantindo que a produção continue sem interrupções devido à escassez de matéria-prima ou produtos acabados. Isso promove uma maior estabilidade operacional e permite que a empresa se adapte mais facilmente a flutuações no mercado, mantendo sua competitividade.
Em resumo, a gestão eficaz de Estoque é fundamental para garantir um fluxo contínuo de produção e atender às demandas do mercado. Ao adotar estratégias inteligentes de previsão de demanda e controle de inventário, as empresas podem melhorar sua eficiência operacional, reduzir custos e manter sua posição competitiva no mercado.
Entendendo um pouco mais sobre produção contínua, gestão de estoques e a importância de ambos, vamos discutir um pouco mais sobre estratégias que garantem uma maior eficiência desse controle.
Um pilar para Gestão de Estoques eficaz é uma previsão mais precisa da demanda. Em ambientes de produção constante, é essencial ter uma compreensão clara das quantidades de produtos que serão necessários ao longo do tempo. Isso pode envolver o uso de técnicas estatísticas, histórico de vendas, feedback do cliente e outras informações relevantes para prever com precisão a futura demanda
Um bom planejamento estratégico desempenha papel fundamental na questão. Isso é, estabelecer níveis de estoque ideal, determinar pontos de reposição e definição de indicadores de controle poderá garantir um maior controle. Um planejamento estratégico e sólido ajuda a prevenir que os estoques sejam mantidos em níveis adequados para atender à demanda, evitando excessos ou escassez que possam impactar negativamente a eficiência operacional.
Além disso, a implementação de sistemas de controle de inventário eficientes é fundamental para gerenciar com sucesso seu estoque em um ambiente de produção contínua. Esses sistemas ajudam a controlar os produtos dentro de uma linha de produção, facilitando o monitoramento e gestão dos níveis de estoque. Vale ressaltar que, a adoção de práticas com o JIT (just in time) e o kanban podem ajudar a minimizar o excesso de estoque e reduzir os custos associados ao armazenamento e manuseio de inventário.
Em resumo, Gestão de Estoques em ambientes de produção contínua exige abordagens estratégicas para garantir a eficiência operacional e minimizar os custos. Desse modo, com uma previsão precisa da demanda, um planejamento estratégico sólido e a implementação de sistemas de controle eficientes, sua empresa pode otimizar os processos de produção e permanecer competitiva em um mercado de constantes mudanças.
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A logística de produção é essencial para maximizar a eficiência e a qualidade na fabricação de produtos. Este blog explora estratégias detalhadas para otimizar desde o controle de estoque até o planejamento produtivo, com exemplos práticos e técnicas usadas por grandes empresas como a Apple para garantir excelência operacional e satisfação do cliente.
Refere-se a uma gestão eficiente de recursos e processos incluídos na fabricação de produtos, que tem como principal objetivo garantir que a produção aconteça de forma eficiente e econômica, mantendo os padrões de qualidade.
Essa logística envolve todas as atividades, desde o recebimento das matérias-primas até a entrega dos produtos finais aos clientes. Dentre elas, temos:
Encontrar níveis ideais de estoque para evitar excessos ou falta de materiais para a fabricação dos produtos, evitando problemas na linha produtiva.
Os fornecedores são fundamentais para o suprimento de matérias-primas de qualidade para a fabricação. Essa atividade envolve uma boa seleção de fornecedores, controle de qualidade dos materiais e monitoramento dos prazos de entrega para evitar impactos significativos na produção.
Desenvolver planos de produção com base na demanda do mercado, capacidade de produção da empresa, disponibilidade de recursos e prazos de entrega.
Quer entender um pouco melhor como isso funciona na prática? Vamos te dar um exemplo.
A empresa Apple busca analisar criteriosamente os fatores de demanda do mercado e inovação, conseguindo atingir uma maior assertividade nos produtos lançados. Adotando essa abordagem, a empresa consegue entregar produtos inovadores e de forma consistente, atendendo as expectativas dos clientes no mundo todo.
Além disso, é muito eficiente em manter um bom controle de estoque, evitando possíveis desperdícios, falta de produtos e custos adicionais, mas garantindo a disponibilidade de matéria prima.
Hoje, a PJ Consultoria vai te mostrar 3 estratégias para otimizar a logística de produção.
Essa estratégia se refere a padronizar e determinar os passos a serem seguidos para realizar todas as etapas envolvidas na linha de produção. Dessa forma, os processos são analisados para buscar as melhores práticas e identificar atividades que não agregam tanto valor à etapa.
Após essas alterações serem feitas, é necessário implementá-las corretamente na empresa para ocorrer a otimização da logística de produção. Algumas ferramentas que auxiliam ao longo desse processo são:
um tipo de diagrama que explica visualmente um processo da linha produtiva. Usando símbolos e definições padronizados, os fluxogramas descrevem visualmente as diferentes etapas e decisões de um processo.
é um documento que funciona como um manual de cada atividade presente no processo.
documento que mostra as funções dos funcionários ao longo da linha produtiva, delimitando as responsabilidades de cada um.
Como consequência, a eliminação de atividades desnecessárias e a simplificação do fluxo de produção permitem à empresa melhorar sua eficiência. Além disso, a padronização dos processos minimiza a quantidade de erros e favorece um alto padrão de qualidade dos produtos, já que os funcionários estão familiarizados e especializados nos procedimentos que realizam, estando menos propensos a cometer erros.
Também, a gestão do conhecimento dentro da empresa fica cada vez mais forte com as documentações dos processos, facilitando o treinamento de novos funcionários. Com isso, é possível otimizar a logística de produção de uma empresa.
O processo de melhoria contínua aplicado à logística de produção nas empresas promove uma cultura organizacional de aperfeiçoamento e excelência. Os funcionários são incentivados a contribuir constantemente com estratégias para melhorar a eficiência operacional do processo produtivo, reduzir custos da empresa e atender às expectativas do cliente, grandes objetivos pretendidos na otimização da logística de produção.

Uma metodologia utilizada para aplicar a melhoria contínua no meio de trabalho é a ferramenta de ciclo PDCA (Plan,Do,Check,Act). Essa ferramenta estrutura um planejamento de ação, seguido pela implementação desse, avaliação do que foi feito e por fim, implementação de melhorias nos processos.
Na etapa de planejamento são identificados as causas e os fatores associados ao problema, para a estruturação de um plano de ação, com metas e objetivos bem definidos.
Na fase de ação, é o momento de execução prática do plano, em que ocorrem treinamentos dos funcionários envolvidos e a coleta de dados para a etapa seguinte.
Na terceira fase, ocorre o acompanhamento dos dados coletados e avaliação desses, para identificar gargalos no processo e comparar o planejamento com a execução.
Na última etapa, medidas corretivas são tomadas, com base no que foi avaliado, onde o processo é aprimorado como um todo.
A estratégia da adoção de indicadores de desempenho tem um papel fundamental na otimização da logística de produção em uma empresa. Esses indicadores fornecem uma visão estratégica do desempenho da produção, possibilitando a identificação de possíveis melhorias no processo.
Alguns exemplos de métricas que normalmente são utilizadas pelas empresas são as associadas ao controle do estoque, tempo do ciclo de produção e desempenho dos funcionários. Mas é importante que a empresa alinhe a definição dos indicadores mais relevantes com a estratégia e objetivos do negócio, para que a assertividade seja alcançada.

Com o acompanhamento dos KPIs, as empresas são capazes de medir o sucesso de estratégias implementadas na logística de produção, visto que oportunidades de otimização são identificadas e ocorre a implementação de planos de ação para a correção dos gargalos.
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Concluindo, é possível perceber que otimizar a logística de produção é de extrema importância nas empresas. Entre os benefícios oferecidos, temos a eficiência na produção, que se refere a minimizar interrupções nos processos, a redução de custos devido ao melhor gerenciamento de estoque e a manutenção de um alto padrão de qualidade dos produtos devido a um maior controle de qualidade ao longo do processo.
Além disso, há uma maior satisfação dos clientes, já que a logística de produção tem como objetivo entregar os produtos com qualidade dentro do prazo estabelecido.
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Entender e gerenciar riscos em processos produtivos é crucial para manter a eficiência e a segurança em qualquer empresa. Identificar esses riscos e implementar estratégias eficazes para mitigá-los ajuda a garantir a qualidade e a competitividade no mercado. Além disso, promover uma cultura de gerenciamento de riscos sólida é fundamental para o crescimento sustentável. Neste blog, exploraremos métodos e ferramentas essenciais usados por grandes empresas para superar esses desafios.

Em qualquer empresa ou ambiente de produção, os riscos estão sempre presentes. Nesse sentido, as empresas que conseguem identificar os principais riscos que envolvem seu processo produtivo, podem tomar ações assertivas para mitigá-los e, assim, garantir a eficiência e a qualidade desses processos, fundamentais para a competitividade e para o sucesso da empresa no mercado. Além disso, é importante enfatizar a importância de uma cultura de riscos sólida dentro da corporação.
Isso implica na comunicação eficaz de riscos em toda a organização, bem como na criação de incentivos para a identificação e mitigação proativa de riscos. Diante dessa necessidade mercadológica, que evidencia a crucialidade dessa análise de riscos no processo produtivo, as grandes empresas fazem uso de diversas ferramentas da qualidade que contribuem para a identificação de problemas críticos em seus processos internos, dentre as quais destacam-se:
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O diagrama de Ishikawa, também conhecido como diagrama de causa e efeito, é uma ferramenta de análise que ajuda a identificar e visualizar as possíveis causas de um problema específico. O diagrama é representado visualmente como uma espinha de peixe, com a espinha central representando o problema em questão e as espinhas secundárias representando diferentes categorias de causas que podem contribuir para esse problema, tal método é bastante utilizado por abranger todos os fatores que podem envolver o problema, possibilitando uma visão prática e geral da questão.
As categorias comuns incluem pessoas, processos, máquinas, materiais, meio ambiente e métodos, e, se bem exploradas, podem ser utilizadas para realizar uma análise detalhada das causas potenciais de riscos em um processo ou sistema, avaliando as relações entre diferentes variáveis e fatores que podem contribuir para a ocorrência de um evento de risco.

O princípio MECE (mutuamente exclusivo e coletivamente exaustivo) é uma técnica de separação de um problema em diversos problemas menores, a fim de identificar focos de atuação mais simples, mas que contribuem consideravelmente para a mitigação do macroproblema. Como o próprio nome sugere, em uma MECE não há “sobreposições” entre os elementos e tampouco há omissões, ou seja, cada ramificação/segregação que parte do problema principal é única, não se relacionando com outras ramificações, e tem como principal objetivo englobar todos os possíveis desdobramentos do gargalo estudado.
Em uma gestão e/ou análise de riscos em um processo produtivo, o princípio MECE é de grande proveito justamente pois, após a análise baseada nessa metodologia, o gestor de tal processo tem ciência de todos os problemas que virão a ser enfrentados, facilitando-o em seu processo de traçar planos de ação caso tais problemas surjam, uma vez que estará prevenido para tais emergências.

É uma ferramenta utilizada para analisar as forças, fraquezas, ameaças e oportunidades da sua empresa. Consiste em, através de pesquisas e entrevistas com lideranças e funcionários de uma organização, desenvolver um relatório com os 4 pontos principais: o que a empresa é boa e qual seu diferencial, o que ainda tem espaço para melhorar, o que representa uma chance de crescimento da empresa e aquilo que impede de forma externa o crescimento da organização.
Com essa análise realizada, é possível identificar riscos nos processos produtivos principalmente por meio das fraquezas internas e das ameaças externas que podem impactar negativamente a produção. Uma vez identificados os riscos, se torna bem mais fácil desenvolver estratégias específicas para mitigá-los e até se basear nas forças e oportunidades para a tomada de decisão.

Também conhecido no meio empresarial como “tempestade de ideias”, o brainstorming é uma técnica usada por gestores na qual, em reuniões de suas respectivas equipes, todos os colaboradores debatem e citam todas as possíveis ideias, contribuições e/ou soluções para uma determinada questão em pauta. Assim, com uma considerável lista de todos os tópicos levantados no debate, os membros filtram os principais insights adquiridos na discussão que mais os ajudarão na resolução do tema analisado. No âmbito da mitigação de riscos estudado neste texto, essa ferramenta é amplamente utilizada pela sua capacidade de explorar as opiniões e posicionamentos de todos os envolvidos no processo analisado, diminuindo assim a possibilidade de algum risco possível passar despercebido.
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Na PJ Consultoria, cultivamos uma gestão de riscos robusta em todos os projetos para prevenir gargalos e antecipar problemas. Utilizamos ferramentas de qualidade para criar planos de ação detalhados, melhorando a eficácia e a segurança dos processos. Esse método proativo não só eleva a eficiência de nossos projetos, como também fortalece nossa relação com os clientes, reafirmando nosso compromisso com a excelência e a segurança.
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A gestão de metas em um cenário competitivo e em constante evolução dos negócios modernos, é fundamental para o sucesso de qualquer organização. O Gerenciamento Estratégico de Metas, embasado na abordagem do Vicente Falconi, Ex professor da UFMG e fundador de uma das maiores empresas de consultoria do Mundo, visa impulsionar os resultados organizacionais, alinhando os esforços de toda a equipe com os objetivos de longo prazo da empresa.

No método Falconi, as metas são desdobradas do maior nível hierárquico até o nível operacional, estabelecendo uma conexão sólida entre as atividades realizadas em cada nível gerencial. Isso proporciona clareza nas prioridades e direciona o foco de atuação de cada colaborador na organização, estimulando a geração de resultados tangíveis.
Neste post vamos explorar a importância do gerenciamento de metas dentro do cenário empresarial, destacando como o método Falconi pode ser uma ferramenta fundamental para alcançar e superar as metas estabelecidas, promovendo o sucesso e a competitividade da organização.
Gerenciar metas vai muito além de simplesmente definir alvos. Envolve a criação de um plano sólido para atingir essas metas e monitorar o progresso ao longo do tempo. Aqui estão algumas razões pelas quais o gerenciamento de metas é crucial para as organizações:
Foco na Estratégia: O Gerenciamento Estratégico de Metas alinha as metas organizacionais com a visão a longo prazo e estratégia da empresa. Isso garante que cada objetivo seja um impulso para o crescimento e a sustentabilidade do negócio.
Engajamento da Equipe: Quando os funcionários entendem como suas metas individuais se encaixam nos objetivos da organização, eles se tornam mais engajados e motivados, o que, por sua vez, promove um ambiente de trabalho mais produtivo e colaborativo.
Mensuração e Melhoria Contínua: O gerenciamento de metas fornece um sistema de medição claro para avaliar o progresso, o que permite que a empresa identifique áreas que precisam de melhoria e ajuste sua estratégia conforme necessário.
Tomada de Decisão Baseada em Dados: Com metas bem definidas e métricas claras, a liderança pode tomar decisões informadas com base em dados reais em vez de intuições subjetivas.
Para implementar com sucesso o Gerenciamento Estratégico de Metas em sua organização, é importante considerar alguns passos:
Para tornar o processo de gerenciamento de metas mais eficiente, muitas organizações recorrem a ferramentas especializadas para ajudar na definição, acompanhamento e análise de metas, facilitando a gestão de objetivos de maneira colaborativa e em tempo real. Por exemplo, sistemas como o Objectives and Key Results (OKR) são amplamente utilizados para auxiliar na implementação e supervisão das metas estabelecidas pela organização.
A metodologia dos OKRs tem como objetivo estabelecer objetivos organizacionais claros e ambiciosos, seguidos pela identificação de resultados-chave específicos que indicam o progresso em direção a esses objetivos. Essa abordagem oferece uma visão transparente do avanço das metas em toda a organização. Dessa forma, simplificam a análise de dados e a identificação de áreas que precisam de ajustes, permitindo que as empresas aprimorem significativamente a forma como definem, monitoram e alcançam metas, impulsionando resultados organizacionais.
Portanto, em um ambiente empresarial competitivo e de constante evolução, o Gerenciamento Estratégico de Metas, fundamentado na abordagem de Vicente Falconi, desempenha um papel crucial no sucesso organizacional. Ao alinhar as metas com a visão de longo prazo da empresa, essa prática impulsiona o foco estratégico, promove o engajamento da equipe, incentiva a melhoria contínua e embasa as decisões em dados concretos.
No entanto, é de suma importância abordar sua implantação com cautela, assegurando que as metas sejam realistas e que os colaboradores estejam motivados a alcançá-las. O engajamento dos funcionários desempenha um papel vital no sucesso do gerenciamento de metas, e, para isso, uma gestão transparente, metas claras e equipes bem-estruturadas são componentes fundamentais para otimizar os resultados e conquistar os objetivos de forma consistente.
Assim, investir tempo e recursos na implementação dessa abordagem pode se tornar o diferencial para uma organização que busca orientação por metas e objetivos sólidos.
Em suma, o Gerenciamento Estratégico de Metas, respaldado pela abordagem de Vicente Falconi, não apenas aprimora o desempenho organizacional, mas também eleva a capacidade da empresa de alcançar e superar suas metas. Ao adotá-lo, as organizações podem impulsionar resultados, garantir sua competitividade no mercado e traçar uma trajetória clara em direção a um futuro próspero. Portanto, investir no Gerenciamento Estratégico de Metas é, sem dúvida, um investimento no sucesso e na sustentabilidade do negócio.,
Que tal se juntar com a PJ consultoria e criar um projeto personalizado para você, que passe por todas essas etapas e, no fim, te auxilie no gerenciamento de metas?
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A Divisão de Responsabilidades é imprescindível para se ter uma equipe de sucesso. Caso contrário, ocorrerão provavelmente sobrecargas e gargalos.
Ou como Vicente Falconi, ex-aluno da UFMG e fundador de uma grande empresa de consultoria, fala: “O problema dentro de algumas empresas é que todo mundo manda e ninguém pode resolver nada”, ou seja, possuem uma divisão de responsabilidades ineficaz. Mas, então, o que é função? É o cargo da pessoa?

Bom, função não é sinônimo de cargo. A função é estática e está relacionada às tarefas que as pessoas devem desempenhar para que uma organização funcione, ou seja, sempre deverão ser feitas. Já o cargo é a forma que essas funções serão divididas entre as pessoas, podendo variar constantemente.
Dessa forma, saber sobre os tipos de função é essencial para definir os papéis de cada indivíduo dentro da organização em uma situação de normalidade e de anormalidade, e fazer com que haja uma divisão de responsabilidades e a equipe trabalhe de uma forma harmoniosa e eficaz. Mas, quais são os tipos de função? Existem três funções principais em uma organização: Operacional, Supervisão e Gerencial.
As pessoas com a função operacional são aquelas que de fato realizam as demandas de produção, ou seja, elas recebem e transportam insumos, conduzem as máquinas, fazem realmente as manufaturas e armazenam os produtos finais.
Para que o trabalho desses indivíduos seja padronizado e eficaz é imprescindível que ele seja baseado no Procedimento Operacional Padrão, um documento autoexplicativo que visa a uniformização dos processos e gestão do conhecimento na empresa. Com os POPs, temos a sequência de tarefas e atividades executadas pelos operadores descritas e detalhadas, norteando os
indivíduos em seu trabalho. Além disso, neste documento há também a descrição de possíveis erros e problemas comuns com a sua respectiva solução. Como por exemplo, em uma empresa de costura o POP poderia ter “se a linha agarrar na máquina, pare a produção e corte o nó”. Dessa forma, a base da função operadora é seguir esse documento.
Já em uma situação de anomalia, ou seja, eventos não descritos no POP ou situações adversas. Como por exemplo, voltando à empresa de costura, se a mesa quebrar, o operador deve, então, relatar o problema ao seu supervisor.
O indivíduo com a função do tipo supervisora basicamente faz uma ponte entre os operadores e os gerentes. Ele basicamente precisa, em uma situação de normalidade na empresa, verificar se os operadores estão cumprindo com os POPs.
Para que essa pessoa seja treinada, ela deve fazer um plano anual de controle das tarefas operacional, o qual deve guiar o seu trabalho inicial, ser fácil de compreender e ficar a vista em sua sala. Além disso, durante o período de aprendizagem o supervisor também deve, inicialmente, realizar a verificação do trabalho dos operadores de maneira formal, como por um formulário.
Se ocorrer alguma situação anómala, os supervisores devem conduzir para a correção do problema. Para isso, ele deve primeiramente verificar se o Procedimento Operacional Padrão foi cumprido. Caso o POP não tenha sido seguido deve-se investigar a causa, pode ser desatenção, desconhecimento, o documento está incompleto ou falta de treinamento das pessoas envolvidas.
Caso contrário, o supervisor deve continuar investigando. Se a situação for simples de resolver, ela deve ser solucionada por ele. Porém, se for mais complexa ela deverá ser passada para o gerente por meio de um relatório de anomalia.
Dessa forma, os supervisores devem gastar 50% do seu tempo com controle da padronização, diagnóstico e ações corretivas. E o resto do tempo ajudando o gerente a solucionar os problemas crônicos.
Na função gerencial, os indivíduos são responsáveis por conduzir a equipe a atingir as metas propostas por eles e pela sua chefia. Dessa forma, eles devem treinar e conduzir os seus colaboradores imediatos para que a equipe alcance os objetivos propostos. A função básica dele é capacitar os supervisores para treinarem os operadores.
Ademais, deve-se ter em mente que a função gerencial, independente do cargo relacionado a ela na empresa, também é responsável por gerenciar os recursos humanos da organização por está liderando pessoas. Por conseguinte, ele deve criar um ambiente que acolha e motive todos os envolvidos. Além disso, é tarefa dele promover a cultura de relato de ideias novas e de anomalias.
E quando tem um problema o que o gerente deve fazer? Primeiramente as anomalias virão, em maioria, por meio dos relatórios enviados pelos indivíduos com o papel de supervisionar os operadores. Assim, os gerentes devem analisá-las e priorizá-las para identificar e selecionar as crônicas. Após escolher as mais críticas, ele deve conduzir a equipe a solucioná-las.
Dessa maneira, percebe-se que as tarefas da função gerencial giram em torno de guiar, incentivar e corrigir os colaboradores para atingirem as metas.
Na prática, como classificar e melhorar a divisão de responsabilidades dentro de uma organização ?
Aqui na PJ Consultoria, nós trabalhamos tanto com o gerenciamento da rotina, quanto com as ferramentas para facilitar a gestão da sua empresa e seus processos.
Nossa solução completa em gerenciamento da rotina conta com etapas desde o levantamento dos processos realizados até a divisão de responsabilidades e a definição dos cargos e as suas atividades, onde podemos sugerir melhorias de processos além de padronizá-los. Já quanto às ferramentas de gestão, criamos projetos utilizando Power BI, Excel e o ambiente do Google Workspace, visando a solução mais adequada para sua empresa.
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Medir o desempenho da sua empresa pelos KPI’S é uma das tarefas mais desafiadoras para o dono de um negócio, será que você está medindo o seu corretamente?
Definir objetivos é uma forma de guiar a empresa para onde ela quer chegar.

Se no final do ano quero ter vendido 10.000 unidades do meu produto, melhorar minha eficiência na produção em 2,7% ou ter apenas uma taxa de 0,003% de peças defeituosas no meu processo produtivo, é uma mensagem clara para todo o corpo da organização: temos que alcançar isso para que a empresa continue crescendo.
Mesmo assim, quando estabelecidos, alguns desses objetivos aparentam distantes demais e são acusados de serem impossíveis de atingir naquele prazo.
Como podemos encontrar formas de mensurar o desempenho dos esforços que estão sendo feitos para atingir esses objetivos estratégicos? Se você conseguir medir o que está dando certo e o que está dando errado para alcançar esse objetivo, é possível eliminar processos e atividades que não estão contribuindo para alcançar aquela meta.
O indicador-chave de desempenho, ou KPI (Key Performance Indicator), é uma ferramenta de gestão para avaliar o sucesso de uma atividade da sua empresa.
Frequentemente o sucesso de empresas é simplesmente mensurado pela repetição de certas realizações: clientes 100% satisfeitos todos os anos ou aumentar o faturamento em relação ao ano anterior em certa proporção, por exemplo.
O KPI, em específico, depende de objetivos estratégicos que estão atrelados a onde a empresa quer chegar e ao próprio crescimento dela como organização. O KPI está intrinsecamente atrelado ao que é importante para a empresa.
E é claro, o que é relevante para a empresa varia muito de qual departamento ou setor da empresa estamos falando, possibilitando que a pessoa em contato direto com aquele objetivo possa ter mais proximidade com o que é mais importante a ser feito para alcança-lo.
A utilização inteligente deste KPI permite que o empresário, gestor ou produtor tenha acesso a uma análise rápida do seu negócio.
O OLE (Overall Labor Effectiveness – Eficácia Geral do Trabalho) por exemplo expõe certos padrões que podem ser usados para demonstrar problemas mais sutis, antes não tão aparentes assim. Além disso, pelo fato de possuir variáveis mais detalhadas embutidas no cálculo, ele nos leva a especificamente quais pontos críticos são necessários atuar para melhorar esse índice, finalmente fazendo com que a empresa continue caminhando para atingir seus objetivos.
Assim não só o OLE, mas qualquer outro indicador ou métrica é fundamental para ter mais controle do seu negócio e poder saber se alguma melhoria foi realmente efetiva, uma vez que será possível observar se o indicador apresentou alguma melhora. Assim, é possível acompanhar melhor o crescimento da empresa por meio da análise dessas informações.
Alguns outros exemplos de indicadores:
Vamos a um exemplo comum de KPI de empresas de produção manufatureiras e de pequena/larga escala: o OLE (Overall Labor Effectiveness), eficiência geral de trabalho.
Muito semelhante ao OEE (eficiência geral de equipamento), o OLE busca mensurar a disponibilidade de tempo dos trabalhadores, a performance ao produzir uma certa quantidade de produtos e a qualidade em percentual de produtos vendáveis que foram produzidos.
O OLE permite que os produtores/administradores possam tomar decisões estratégicas e operacionais ao avaliar o efeito desses três fatores relacionados ao trabalho.
Como isso tange principalmente o custo operacional da empresa e a qualidade final do produto, é possível mensurar os resultados desse KPI para acompanhar se está sendo possível atingir um objetivo estratégico atrelado a ele.
Agora, para termos ainda mais profundidade técnica em como realizar o KPI, vamos aprender a calcular o OLE. A fórmula básica do OLE é composta por três variáveis principais:
OLE = Performance x Disponibilidade x Qualidade
Vamos passar por cada uma das variáveis e utilizar alguns exemplos fictícios.
O principal a ter-se em mente ao calcular este KPI é saber que é necessário que o trabalhador produza determinado serviço, peça ou produto num tempo padrão ou mínimo necessário para que seja possível manter a linha de produção ou entregar um produto no prazo do cliente.
O cálculo é feito da seguinte forma:
Performance = Saída real de trabalho / Saída esperada de trabalho
Em várias empresas, boa parte do tempo perdido está relacionado a organização do próprio ambiente de trabalho, sendo difícil encontrar ferramentas para conserto ou até a própria fonte do defeito da máquina. Utilize o KPI para monitorar isso
A metodologia 5S é uma grande aliada ao implementar uma organização que facilita que o problema do processo seja identificado de forma rápida, reduzindo, por exemplo, os 70 minutos de parada de produção por problemas mecânicos.
Já percebemos que, com esses valores de tempo de produção na ponta do lápis e com uma análise um pouco mais minuciosa, começamos a identificar oportunidades de melhoria e aplicar ferramentas para começar a tornar o processo produtivo mais eficiente.
Disponibilidade = Tempo de produção dos trabalhadores / Tempo estipulado para trabalho
Qualidade pode ser interpretada de várias maneiras. Nossa abordagem para o OLE será em relação aos produtos que saem da nossa cadeia produtiva e são aptos a serem vendidos (não possuem defeitos) e atendem as expectativas do cliente.
Esse fator permite que possamos analisar a produtividade de cada turno, e a partir disso determinar quais trabalhadores estão sendo mais produtivos e quais estão sendo menos produtivos. Isso possibilita traçar ações corretivas para que o objetivo operacional, posteriormente tático e finalmente estratégico sejam atingidos com melhor eficiência e eficácia.
Qualidade = peças vendáveis / peças totais produzidas
Algumas dessas peças defeituosas podem ter causa, por exemplo, por erros humanos ou falta de treinamento técnico. Seria possível aplicar uma ferramenta do Lean que iria diminuir esses erros e melhorar o fator qualidade: o Poka-Yoke. Ela transforma o processo produtivo de tal maneira que é impossível realizar a tarefa da maneira incorreta.
Para concluirmos o cálculo do OLE, devemos associar esses 3 fatores encontrados.
OLE = Performance x Disponibilidade x Qualidade
Você não vai encontrar fórmulas mágicas para mensurar o desempenho da sua empresa e, se encontrar, provavelmente não irá retratar a sua realidade como deveria.
O mais importante é achar uma maneira de medir esses indicadores-chave de acordo com a situação, objetivos e estratégia de mercado da sua organização.
Trace uma estratégia para sua empresa, defina planos de ação para tornar essa estratégia em algo tangível e estabeleça KPI’s personalizados que retratem sua situação fidedignamente.
E muito além de entender o seu mercado e seu público para definir sua estratégia, para estruturar bons KPI’s é necessário ir até o processo produtivo, conversar com as pessoas envolvidas (e não apenas executivos e gerentes), entender sua conjuntura, desenhar o processo de ponta a ponta e, sempre que necessário, consultar experts no assunto KPI; só assim você poderá entender em tempo real se está no caminho certo para chegar aos seus objetivos estratégicos e, caso identifique estar aquém do desempenho necessário, quais ações serão necessárias para gerar impacto na execução.
Além disso, é necessário desenvolver formas de coletar dados para que eles possam ser transformados em informações e depois em indicadores. Em seguida é necessário dispor essas métricas de forma visual e acessível para o acompanhamento efetivo desses dados. Isso é feito por meio da criação de Dashboards. Tudo isso é feito por meio do projeto de implementação de Business Intelligence que busca definir indicadores de desempenho para sua empresa e depois estruturar todo o processo para que isso funcione de forma eficiente e automatizada.
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Existem vários aspectos nos quais uma gestão de estoque eficiente pode impulsionar a sua empresa, como quando a sua necessidade é de atender às demandas de forma constante, já que a venda de produtos e serviços sofre sazonalidade durante o ano, dependendo do seu ramo de atuação. A gestão eficaz de estoque também se relaciona diretamente à continuidade dos processos, uma vez que a falta de produtos ou matérias-primas pode interromper as operações, gerando prejuízos consideráveis e impactando a reputação da empresa. Além disso, uma boa gestão de compras e estoque pode contribuir para a economia de operações, por meio da previsão do aumento ou diminuição na demanda de alguns produtos, ajudando a planejar a quantidade requerida com antecedência e melhorando a tomada de decisão na hora de comprar ou fazer um investimento.
Uma gestão de estoque eficiente também otimiza o espaço físico da empresa, garantindo que os produtos sejam armazenados de maneira organizada e acessível, o que reduz o tempo gasto na busca por itens e melhora a produtividade geral. Ela ajuda a reduzir perdas com produtos vencidos ou deteriorados, o que pode acontecer quando a rotatividade não é bem gerenciada. A redução de custos operacionais também é um dos grandes benefícios de uma gestão de estoque eficiente, além de melhorar a experiência do cliente, que pode receber o produto solicitado com maior rapidez e assertividade.
Garantia da confiabilidade nas quantidades existentes nos estoques;
Melhora no fluxo da produção devido aos procedimentos que garantem a localização e quantidade corretas dos materiais solicitados;
Rapidez e certeza na resposta ao cliente, aumentando a satisfação e fidelidade do público;
Redução de custos de manutenção de estoque, com a eliminação de desperdícios e otimização do uso dos recursos;
Utilização adequada do capital de giro do negócio, evitando imobilizações excessivas que possam prejudicar a liquidez;
Conhecimento da influência dos estoques nos resultados financeiros, auxiliando nas previsões de fluxo de caixa e planejamento estratégico;
Estratégia frente ao capital de giro e o atendimento a clientes, criando uma base sólida para a expansão e aumento da competitividade no mercado.
Na prática, a gestão de estoques na sua empresa se baseará na previsão de demanda, no desenvolvimento e monitoramento contínuo do sistema de controle, e na adequação do espaço físico para o armazenamento dos itens. A gestão de estoques é, portanto, um desafio constante para a maioria das empresas, mas com um planejamento adequado e a implementação de boas práticas, ela tem um enorme potencial para salvar sua empresa, ajudando a minimizar custos e desperdícios, e aumentando suas chances de se destacar no mercado e elevar seus ganhos. Uma gestão bem estruturada contribui também para a sustentabilidade e o crescimento contínuo do negócio.
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Dashboards são painéis personalizados para a visualização de informações de forma prática e rápida. Esses painéis interligam dados que têm uma relação direta, como no caso do estoque, quantas peças de determinado produto tem armazenado? Qual o valor dessa quantidade que está armazenada? quantos desses produtos já foram comprados por clientes finais?
Exemplo de Dashboard
Assim, um dashboard não é só uma forma de visualizar dados, mas também de analisar as métricas da empresa, o que ajuda a entender o que pode ser melhorado e onde deve-se agir dentro daquele setor.
O estoque muitas vezes é essencial no dia a dia de uma empresa, seja por agilizar o processo produtivo, seja para oferecer de forma rápida o produto para o cliente final. Entretanto, todos concordamos que estoque em excesso é dinheiro parado, o que é culpa direta de um controle pouco efetivo deste inventário, o que pode se tornar um problema para o empreendedor e para a saúde financeira do negócio!
Nesse sentido, é necessário que os empreendimentos que dependem de uma certa quantia de material armazenado tenham o controle dessa situação, desde o custo que está armazenada até a quantidade de peças, além de entender o que entra e sai para melhorar cada vez mais a previsão de demanda.
São, realmente, muitos dados para serem analisados e entendidos por uma pessoa só. A boa notícia é que você não necessariamente precisa anotar esses dados um por um e ir controlando de forma manual, pois, hoje, já existem ferramentas que automatizam o processo de análise de dados e facilitam o entendimento das informações de forma visual! Essas ferramentas são conhecidas como Business Intelligence, e, entre elas, está a elaboração de Dashboards.
É muito importante para as empresas, hoje, ter uma visão sistêmica dos seus processos e departamentos. Alguns setores, como o inventário, têm grande peso de decisão dentro de uma organização, visto que ele está diretamente ligado com a capacidade de impulsionar vendas e atender as demandas do mercado. Além disso, o estoque também se relaciona com a continuidade do processo produtivo, pois a falta de matéria pode parar a produção e atrasar o desempenho. Por fim, é importante considerar que um estoque parado durante muito tempo também é dinheiro parado e aumento de custo produtivo.
Nesse sentido, um controle de estoque eficiente é mais do que necessário na hora de gerir os próximos passos da empresa, e, para isso, é importante ter uma base sólida e consistente de dados e uma ferramenta que auxilie na tomada de decisão de forma clara. Um dashboard conta com todas essas qualidades, além disso ele pode ser configurado para atualizar diariamente, fazendo com que as informações nunca se percam ou fiquem obsoletas, contribuindo muito para a organização e controle do estoque.
O Excel é uma das mais famosas ferramentas para coleta, registro e análise de dados. Assim, basta ter um banco de dados em formato de planilha que já é possível realizar análises e gráficos desses dados buscando transformar esses dados em informações valiosas para o gerenciamento e controle da sua empresa. Quer auxílio para criar banco de dados e um dashboard em EXCEL clique aqui e agende um diagnóstico gratuito
O Power BI é menos conhecido e difundido que o Excel, entretanto ele possui muito mais funcionalidades que permitem análise de dados mais automáticas e bem mais interativas. Porém, é necessário um maior conhecimento e suporte para garantir que essa ferramenta funcione de forma eficiente e esteja sempre atualizada. Se você quer conhecer mais sobre o POWER BI e implementá-lo na sua empresa clique aqui e marque um diagnóstico gratuito com nossos consultores especialistas.
Os objetivos de um controle eficiente são:
1- Maximizar o nível de atendimento da demanda por meio de mercadorias em estoque;
2- Reduzir os custos totais com estoque;
3- Otimizar a eficiência operacional mediante essa redução de custos.
Nessa linha de raciocínio, um gerenciamento ruim ocasiona a uma quantidade irreal de mercadoria parada ou a descontinuidade do processo produtivo por falta de mercadoria; custos descontrolados com estoque e falta de eficiência no alocamento de recursos.
Algumas práticas de controle de estoque são bem simples e também podem ser inseridas em um dashboard, como: o registro de entradas e saídas; inventário de materiais; preço por material, entre outros.
Nesse sentido, fica claro a importância de gerir um estoque de forma eficiente e controlada, para que todo o processo possa funcionar corretamente e a saúde financeira do negócio perdure.
Aqui na PJ consultoria, nós trabalhamos tanto com o controle de estoque quanto com a implementação de Business Intelligence. O nosso projeto de controle de estoque conta com etapas que vão desde a coleta e análise dos dados de estoque, passando pela análise do processo e dos seus custos até uma análise da demanda da empresa, onde por fim iremos sugerir melhorias no método de controle de estoque. Já o nosso projeto de implementação de BI tem etapas como: entendimento dos dados, definição de indicadores de desempenho e acompanhamento e criação de dashboards interativos e visuais que sejam capazes de demonstrar informações de forma clara e precisa.
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