5 Etapas Essenciais para a Implementação de Sistemas de Gestão Personalizados na Sua Empresa

Quando se trata de otimizar os processos internos e aumentar a produtividade de uma empresa, a Implementação de sistemas de gestão personalizados se apresenta como uma solução estratégica fundamental. Um software bem desenvolvido pode trazer inúmeras vantagens, como a centralização de operações, acompanhamento de processos em tempo real e facilidades operacionais que otimizam o dia a dia. No entanto, para que o projeto seja bem-sucedido, é importante seguir um processo estruturado, garantindo que o sistema atenda às necessidades específicas do negócio.

Abaixo, detalhamos as 5 etapas essenciais para a Implementação de sistemas de gestão personalizados, com o intuito de garantir que sua empresa aproveite ao máximo os benefícios desse investimento.

1. Imersão na Empresa e no Sistema

A primeira etapa da Implementação de sistemas de gestão personalizados é a imersão profunda no funcionamento da empresa. Nessa fase, é fundamental entender a fundo os processos internos e identificar as áreas que podem ser integradas ao novo sistema. O objetivo é mapear todas as necessidades e limitações da empresa, para que o software seja adaptado de forma a otimizar os fluxos de trabalho existentes. Isso inclui entender as peculiaridades da operação e as expectativas dos usuários finais.

A imersão não é apenas sobre entender os processos, mas também sobre se familiarizar com a cultura da empresa e suas necessidades específicas. A equipe responsável pelo desenvolvimento do sistema deve estar alinhada com esses pontos para garantir que o resultado final seja realmente útil e eficiente.

2. Planejamento de Atuação

Com base nas informações coletadas durante a imersão, o próximo passo da Implementação de sistemas é o planejamento da estrutura do sistema. Aqui, serão definidos os principais módulos, funções e a arquitetura geral do software. Quantas abas terá o sistema? Quais funcionalidades serão essenciais para atender à demanda dos usuários? O planejamento é crucial para garantir que o sistema seja escalável, intuitivo e fácil de operar.

Esse planejamento deve considerar todos os aspectos técnicos, como a integração com outros sistemas da empresa, requisitos de segurança e compatibilidade com os processos já existentes. Além disso, a definição clara das funcionalidades ajuda a evitar falhas ou omissões durante o desenvolvimento do software.

3. Construção da Plataforma

Após o planejamento, inicia-se o desenvolvimento propriamente dito da Implementação de sistemas. Nessa fase, a equipe de desenvolvimento começa a construir cada funcionalidade e seção do sistema conforme o plano acordado. O desenvolvimento deve ser feito com foco em usabilidade e eficiência, garantindo que o sistema seja fácil de operar e acessível para todos os usuários.

A construção da plataforma também envolve a criação de interfaces amigáveis e a implementação de automações que agilizam os processos diários. A equipe de TI da empresa deve trabalhar em conjunto com os desenvolvedores para garantir que o software esteja alinhado com as necessidades operacionais e técnicas da organização.

4. Acompanhamento de Melhoria Contínua

Após o lançamento do sistema, a fase de acompanhamento e melhoria contínua começa. Nessa etapa, é importante monitorar o desempenho do software, identificar falhas e ajustar o sistema conforme a necessidade dos usuários. A melhoria contínua é um aspecto crucial para garantir que o sistema se mantenha eficiente ao longo do tempo, adaptando-se a novas demandas e evoluções dos processos da empresa.

O acompanhamento permite que ajustes rápidos sejam feitos, evitando que problemas pequenos se tornem grandes gargalos no futuro. Além disso, essa fase é importante para garantir que o software esteja sempre atualizado, funcionando de acordo com os padrões mais modernos de tecnologia.

5. Treinamentos e Finalização

Por fim, para garantir que os colaboradores da empresa utilizem corretamente o novo sistema, é essencial realizar treinamentos. Capacitar os funcionários para utilizar todas as funcionalidades da plataforma, além de esclarecer dúvidas, é fundamental para que o sistema se torne uma ferramenta eficiente no dia a dia da empresa.

A realização de treinamentos também assegura que todos os usuários saibam como tirar o máximo proveito do software, garantindo que a empresa aproveite ao máximo os investimentos feitos na implementação.

Por que escolher a PJ Consultoria para Implementação de Sistemas?

Na PJ Consultoria, temos experiência e expertise na Implementação de sistemas de gestão personalizados que atendem às necessidades específicas de cada empresa. Com um processo bem estruturado, que envolve imersão, planejamento detalhado, desenvolvimento de plataforma, acompanhamento contínuo e treinamento dos colaboradores, garantimos que seu novo sistema traga os melhores resultados para sua operação.

Além disso, nossa equipe está sempre pronta para oferecer suporte contínuo e realizar ajustes no sistema conforme as necessidades evoluem. Se você deseja otimizar seus processos internos, centralizar suas operações e aumentar a produtividade da sua empresa, entre em contato conosco e saiba como podemos ajudá-lo a alcançar esses objetivos com uma Implementação de sistemas de gestão totalmente personalizados.

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Por que eu deveria fazer um mapeamento de processos?

Por que eu deveria fazer um mapeamento de processos?

Você sabe o que é um mapeamento de processos? Sabe quando deve fazer? Ou porquê e para que? Estas são algumas perguntas que iremos responder!

Você sofre quando tem que trocar um funcionário e precisa ensinar todo o processo e as funcionalidades para o novo encarregado? Ou até mesmo com funcionários atuais que parecem não entender o que tem que fazer? Sente que sua empresa poderia ser mais eficiente, acha que é possível reduzir custos ou desperdícios ou ainda evitar erros cometidos e cargas de retrabalhos. Bem, se você se identificou com alguma dessas sentenças ou até mesmo com todas, é bem provável que sua empresa esteja precisando de um mapeamento de processos.

 

Mas o que é esse “mapeamento de processos”? Se você está com essa dúvida agora, saiba que é algo bem simples de entender. O mapeamento de Processos é uma ferramenta utilizada para identificar todas as etapas, fluxos e objetivos de um determinado processo, além disso ele procura estabelecer relações entre todas as atividades executadas pela empresa, com o intuito de que cada parte compreenda os objetivos delas e o valor daquilo que executa dentro da cadeia produtiva.  o Mapeamento de Processos preza pelo inter-relacionamento de todas as atividades executadas e foca no resultado do processo.

 

Nesse sentido, com a adoção da metodologia, a organização obtém uma visão ampla de seus processos, o que possibilita uma facilidade na identificação de atividades que não agregam valor ao produto final, assim como uma maior simplificação de tais atividades, reduzindo, por consequência, o tempo do ciclo produtivo da empresa. Além disso, com áreas mais integradas, cada parte percebe as expectativas exigidas por seus clientes internos e externos, acarretando em uma ampliação da qualidade na execução de tarefas e a redução de retrabalho.

 

Podemos citar, então, como alguns do principais benefícios e resultados desse processo os seguintes pontos: apresenta as partes envolvidas no processo, detalha as atividades que compõe esse processo, mostra quais são as decisões tomadas ao longo das atividades, determina quais são as entradas e saídas do processo e mostra a relação entre as etapas.

 

Desta forma, é possível entender um pouco da importância desse serviço em uma empresa, mas vale ressaltar, ainda mais, o notável trabalho exercido, sobretudo, no setor de serviços. Muitas pessoas têm dificuldade em enxergar o mapeamento de processos nesse setor, pois acha que se aplica somente em industrias.

Ledo engano, o mapeamento de processos é extremamente recomendado a empresas do ramo de serviços, pois compreender e documentar, detalhadamente, os processos da empresa de forma a se obter um mapa lógico, no qual é possível compreender e identificar gargalos operacionais e pontos de melhoria é de grande benefício. Desta maneira, pode-se, então, agilizar serviços, reduzir custos, melhor distribuir os trabalhos e, principalmente, ter maior controle e conhecimento de cada etapa e cada tarefa de cada pessoa, e assim conseguir diagnosticar falhas e amenizá-las.

 

Se, depois de tudo o que foi falado, você percebeu que um mapeamento de processos é um serviço que pode ajudar você e sua empresa, que é um serviço que lhe interessa ou ainda, está com alguma dúvida e quer saber mais sobre, entre em contato conosco, estamos à disposição para melhor o atender.

Caso queira entender um pouco mais do que fazemos, clique aqui e entenda como funciona a PJ Consultoria e quem somos!

Como superar Desafios na Gestão de Projetos Industriais

Desafios de uma Gestão de Projetos Industriais

 

Os desafios na gestão de projetos industriais são diversos e complexos, mas com as estratégias certas, é possível superá-los. A chave para o sucesso reside na preparação adequada, na adoção de ferramentas e metodologias adequadas, e no compromisso contínuo com a melhoria e inovação. Ao enfrentar esses desafios de forma proativa, as empresas podem não apenas sobreviver, mas prosperar no ambiente industrial competitivo de hoje.

 

Mesmo que esse seja um meio de trabalho em que apresenta bastante responsabilidade e competitividade ao redor, se o trabalho for feito da maneira correta e seguindo as novas tendências do mercado, qualquer empresa pode conseguir esse sucesso no final,porém tendo que identificar e resolver todos possíveis gargalos dos processos.  

 

Tendo em vista a existência de centenas de problemas nesse âmbito industrial, iremos citar abaixos os mais comuns e uma breve explicação de como resolvê-los:

 

Como superar Desafios na Gestão de Projetos Industriais

 

Gestão e alocação ineficaz de recursos

 

É muito comum que gestores de Projetos Industriais tenham dificuldade de alocar e gerir de maneira eficaz e otimizada os recursos, seja recurso material ou financeiro, que ele possui dentro de um projeto . Na maioria das vezes essa gestão ineficaz faz com os resultados esperados para aquele projeto não ocorra da maneira prevista, uma vez que esse tipo de gestão pode ocasionar problemas na qualidade do produto final do projeto e na parte financeira da indústria.

 

Dessa forma, é importante encontrar formas de otimizar ao máximo essa gestão de recursos, porém para o gerente dos projetos terem decisões e gestões mais assertivas é necessário que essas decisões sejam tomadas após a análise de dados e informações relevantes para aquele projeto.

 

Logo, ultimamente, várias indústrias têm implementado sistema de monitoramento para rastrear e otimizar o uso de recursos ao longo do projeto, rastreamento esse que irá ajudar no projeto para o qual ele está sendo usado e também servirá como base de dados para projetos futuros.

 

Falha na integração de sistemas

 

Para que um projeto seja otimizado é necessário que todos os setores envolvidos em Projetos Industriais  estejam integrados, uma vez que essa falta de integração e comunicação entre esses setores atrasam o andamento do projeto e acabam gerando um custo maior.

Logo é muito importante que setores interdependentes dentro de uma indústria tenham uma comunicação eficaz, aliada a uma gestão à vista, podendo utilizar, dessa maneira, ferramentas que auxiliem essa integração. Tais ferramentas podem ser:

Quadro kanban para uma gestão a vista de todos os setores envolvidos naquele projeto, ferramentas como planilhas de excel, podendo ou não estar integrada a um power bi, para que as informações necessárias de cada setor fiquem mais visíveis, além de outras inúmeras ferramentas que podem ser utilizadas dependendo do caso específico da indústria

 

Se caso uma empresa busca realizar seus processos sem ter o cuidado sobre esse tema e sem a utilização de ferramentas como trouxemos acima , sua empresa estará limitada a um nível , pois mesmo que a indústria apresenta vários setores responsáveis por cada parte , se não houver essa comunicação ideal , surgirá problemas como citamos acima , sendo o principal deles o retrabalho , que afetará tanto na questão matéria prima quanto no ponto mão de obra.

 

Variações na qualidade

 

Durante a execução de um projeto industrial, manter a qualidade de todos produtos é muitas vezes o maior desafio dos gerentes, já que grandes variações na qualidade gera um retrabalho e um desperdício muito grande no processo. Sabendo disso, é importante que as indústrias atuais implementem cada vez mais itens de controle durante o processo fabril, com a intenção de diminuir essa variação,diminuir o desperdício e otimizar o retrabalho do processo.

 

No entanto, é válido ressaltar que esses itens de controle devem ser escolhidos e aplicados de forma coerente com o contexto em que a indústria funciona e atua, trazendo dessa forma uma verificação personalizada para o projeto, pois se caso for implementado de qualquer forma e sem uma pré análise do perfil do processo , não terá o resultado esperado, devido ao fato de que essa ferramenta precisa ser totalmente personalizada de acordo com o projeto para ter um bom resultado

 

Conclusão

 

Portanto , percebe-se que esses desafios são recorrentes no dia a dia dos gestores de projetos , porém se entenderem sobre os problemas que tem que lidar e usar de soluções estratégicas como trouxemos acima , a empresa pode ter sucesso no final, devido a esse trabalho perspicaz e eficiente sobre o processo.

 

Assim , essa profissão nos dias atuais apresenta um enorme potencial de crescimento e uma elevada necessidade de capacitação, para conseguir lidar e liderar da melhor forma diante dessas situações de alto risco e complexidade.Enfim, mesmo que tenhamos separados os problemas principais e detalhado melhor eles , esse meio apresenta bastante possíveis novos gargalos , assim sendo um assunto que requer mais estudo sobre e atenção se você deseja entrar ou entender mais a respeito de Projetos Industriais.  

 

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Como Fazer uma Gestão de Estoques em Ambientes de Produção Contínua

Gestão de Estoques : Garantindo um Fluxo Contínuo de Produção

Em qualquer empreendimento, a Gestão de Estoque é uma engrenagem essencial. Ela não apenas assegura um fluxo constante de produção, mas também garante que atempresa atenda às demandas do mercado. Em termos simples, a gestão de estoque é o processo de supervisionar, controlar e otimizar os bens e materiais mantidos por uma organização.

 

Seu objetivo principal é equilibrar oferta e demanda, reduzir custos de armazenagem, evitar escassez de produtos e maximizar a eficiência operacional.

 

Como Fazer uma Gestão de Estoques em Ambientes de Produção Contínua

 

Uma das estratégias mais comuns é a previsão de demanda. Isso envolve analisar padrões históricos de vendas, tendências de mercado e sazonalidades para prever com precisão a quantidade de produtos necessários em um período específico. Isso permite um planejamento mais preciso da produção e reposição de estoques, prevenindo tanto a falta quanto o excesso de mercadorias.

 

Outra estratégia-chave é o uso de modelos de controle de inventário, como o FIFO (First In, First Out) ou o LIFO (Last In, First Out). Esses modelos determinam a ordem em que os produtos são vendidos ou usados na produção, evitando a obsolescência de estoques e maximizando eficiência financeira.

 

A importância da gestão de estoque em um sistema contínuo é evidente. Ela garante que a empresa atenda à demanda do mercado de forma consistente, mantendo a satisfação do cliente e sua reputação. Além disso, uma gestão eficaz reduz custos operacionais, evitando investimentos excessivos em inventário ou desperdício de recursos devido à obsolescência de produtos.

 

Em um sistema contínuo, onde a produção é constante e as operações ocorrem sem interrupções, a gestão de estoque torna-se ainda mais vital. Ela atua como um amortecedor entre oferta e demanda, garantindo que a produção continue sem interrupções devido à escassez de matéria-prima ou produtos acabados. Isso promove uma maior estabilidade operacional e permite que a empresa se adapte mais facilmente a flutuações no mercado, mantendo sua competitividade.

 

Em resumo, a gestão eficaz de Estoque é fundamental para garantir um fluxo contínuo de produção e atender às demandas do mercado. Ao adotar estratégias inteligentes de previsão de demanda e controle de inventário, as empresas podem melhorar sua eficiência operacional, reduzir custos e manter sua posição competitiva no mercado.

 

Estratégias para uma boa gestão de estoques

 

Entendendo um pouco mais sobre produção contínua, gestão de estoques e a importância de ambos, vamos discutir um pouco mais sobre estratégias que garantem uma maior eficiência desse controle.

 

Um pilar para Gestão de Estoques eficaz é uma previsão mais precisa da demanda. Em ambientes de produção constante, é essencial ter uma compreensão clara das quantidades de produtos que serão necessários ao longo do tempo. Isso pode envolver o uso de técnicas estatísticas, histórico de vendas, feedback do cliente e outras informações relevantes para prever com precisão a futura demanda

 

Um bom planejamento estratégico desempenha papel fundamental na questão. Isso é, estabelecer níveis de estoque ideal, determinar pontos de reposição e definição de indicadores de controle poderá garantir um maior controle. Um planejamento estratégico e sólido ajuda a prevenir que os estoques sejam mantidos em níveis adequados para atender à demanda, evitando excessos ou escassez que possam impactar negativamente a eficiência operacional.

 

Além disso, a implementação de sistemas de controle de inventário eficientes é fundamental para gerenciar com sucesso seu estoque em um ambiente de produção contínua. Esses sistemas ajudam a controlar os produtos dentro de uma linha de produção, facilitando o monitoramento e gestão dos níveis de estoque. Vale ressaltar que, a adoção de práticas com o JIT (just in time) e o kanban podem ajudar a minimizar o excesso de estoque e reduzir os custos associados ao armazenamento e manuseio de inventário.

 

Conclusão

Em resumo, Gestão de Estoques em ambientes de produção contínua exige abordagens estratégicas para garantir a eficiência operacional e minimizar os custos. Desse modo, com uma previsão precisa da demanda, um planejamento estratégico sólido e a implementação de sistemas de controle eficientes, sua empresa pode otimizar os processos de produção e permanecer competitiva em um mercado de constantes mudanças.  

 

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Você sabe usar o KPI para medir o desempenho da sua empresa?

Medir o desempenho da sua empresa pelos KPI’S é uma das tarefas mais desafiadoras para o dono de um negócio, será que você está medindo o seu corretamente?

Definindo Objetivos Estratégicos

Definir objetivos é uma forma de guiar a empresa para onde ela quer chegar.

Se no final do ano quero ter vendido 10.000 unidades do meu produto, melhorar minha eficiência na produção em 2,7% ou ter apenas uma taxa de 0,003% de peças defeituosas no meu processo produtivo, é uma mensagem clara para todo o corpo da organização: temos que alcançar isso para que a empresa continue crescendo.

Mesmo assim, quando estabelecidos, alguns desses objetivos aparentam distantes demais e são acusados de serem impossíveis de atingir naquele prazo.

Como podemos encontrar formas de mensurar o desempenho dos esforços que estão sendo feitos para atingir esses objetivos estratégicos? Se você conseguir medir o que está dando certo e o que está dando errado para alcançar esse objetivo, é possível eliminar processos e atividades que não estão contribuindo para alcançar aquela meta.

Indicadores de desempenho

O indicador-chave de desempenho, ou KPI (Key Performance Indicator), é uma ferramenta de gestão para avaliar o sucesso de uma atividade da sua empresa.

Frequentemente o sucesso de empresas é simplesmente mensurado pela repetição de certas realizações: clientes 100% satisfeitos todos os anos ou aumentar o faturamento em relação ao ano anterior em certa proporção, por exemplo.

O KPI, em específico, depende de objetivos estratégicos que estão atrelados a onde a empresa quer chegar e ao próprio crescimento dela como organização. O KPI está intrinsecamente atrelado ao que é importante para a empresa.

E é claro, o que é relevante para a empresa varia muito de qual departamento ou setor da empresa estamos falando, possibilitando que a pessoa em contato direto com aquele objetivo possa ter mais proximidade com o que é mais importante a ser feito para alcança-lo.

Importância de indicadores de desempenho

A utilização inteligente deste KPI permite que o empresário, gestor ou produtor tenha acesso a uma análise rápida do seu negócio.

O OLE (Overall Labor Effectiveness – Eficácia Geral do Trabalho) por exemplo expõe certos padrões que podem ser usados para demonstrar problemas mais sutis, antes não tão aparentes assim. Além disso, pelo fato de possuir variáveis mais detalhadas embutidas no cálculo, ele nos leva a especificamente quais pontos críticos são necessários atuar para melhorar esse índice, finalmente fazendo com que a empresa continue caminhando para atingir seus objetivos.

Assim não só o OLE, mas qualquer outro indicador ou métrica é fundamental para ter mais controle do seu negócio e poder saber se alguma melhoria foi realmente efetiva, uma vez que será possível observar se o indicador apresentou alguma melhora. Assim, é possível acompanhar melhor o crescimento da empresa por meio da análise dessas informações.

Alguns outros exemplos de indicadores:

Exemplo de KPI – OLE

Vamos a um exemplo comum de KPI de empresas de produção manufatureiras e de pequena/larga escala: o OLE (Overall Labor Effectiveness), eficiência geral de trabalho.
Muito semelhante ao OEE (eficiência geral de equipamento), o OLE busca mensurar a disponibilidade de tempo dos trabalhadores, a performance ao produzir uma certa quantidade de produtos e a qualidade em percentual de produtos vendáveis que foram produzidos.

O OLE permite que os produtores/administradores possam tomar decisões estratégicas e operacionais ao avaliar o efeito desses três fatores relacionados ao trabalho.

Como isso tange principalmente o custo operacional da empresa e a qualidade final do produto, é possível mensurar os resultados desse KPI para acompanhar se está sendo possível atingir um objetivo estratégico atrelado a ele.
Agora, para termos ainda mais profundidade técnica em como realizar o KPI, vamos aprender a calcular o OLE. A fórmula básica do OLE é composta por três variáveis principais:

OLE = Performance x Disponibilidade x Qualidade

Vamos passar por cada uma das variáveis e utilizar alguns exemplos fictícios.

1) Performance:

O principal a ter-se em mente ao calcular este KPI é saber que é necessário que o trabalhador produza determinado serviço, peça ou produto num tempo padrão ou mínimo necessário para que seja possível manter a linha de produção ou entregar um produto no prazo do cliente.
O cálculo é feito da seguinte forma:

Performance = Saída real de trabalho / Saída esperada de trabalho
Em várias empresas, boa parte do tempo perdido está relacionado a organização do próprio ambiente de trabalho, sendo difícil encontrar ferramentas para conserto ou até a própria fonte do defeito da máquina. Utilize o KPI para monitorar isso

A metodologia 5S é uma grande aliada ao implementar uma organização que facilita que o problema do processo seja identificado de forma rápida, reduzindo, por exemplo, os 70 minutos de parada de produção por problemas mecânicos.

Já percebemos que, com esses valores de tempo de produção na ponta do lápis e com uma análise um pouco mais minuciosa, começamos a identificar oportunidades de melhoria e aplicar ferramentas para começar a tornar o processo produtivo mais eficiente.

2) Disponibilidade:

Disponibilidade = Tempo de produção dos trabalhadores / Tempo estipulado para trabalho

3) Qualidade:

Qualidade pode ser interpretada de várias maneiras. Nossa abordagem para o OLE será em relação aos produtos que saem da nossa cadeia produtiva e são aptos a serem vendidos (não possuem defeitos) e atendem as expectativas do cliente.

Esse fator permite que possamos analisar a produtividade de cada turno, e a partir disso determinar quais trabalhadores estão sendo mais produtivos e quais estão sendo menos produtivos. Isso possibilita traçar ações corretivas para que o objetivo operacional, posteriormente tático e finalmente estratégico sejam atingidos com melhor eficiência e eficácia.

Qualidade = peças vendáveis / peças totais produzidas

Algumas dessas peças defeituosas podem ter causa, por exemplo, por erros humanos ou falta de treinamento técnico. Seria possível aplicar uma ferramenta do Lean que iria diminuir esses erros e melhorar o fator qualidade: o Poka-Yoke. Ela transforma o processo produtivo de tal maneira que é impossível realizar a tarefa da maneira incorreta.
Para concluirmos o cálculo do OLE, devemos associar esses 3 fatores encontrados.
OLE = Performance x Disponibilidade x Qualidade

Como desenvolver indicadores de desempenho para meu negócio?

Você não vai encontrar fórmulas mágicas para mensurar o desempenho da sua empresa e, se encontrar, provavelmente não irá retratar a sua realidade como deveria.
O mais importante é achar uma maneira de medir esses indicadores-chave de acordo com a situação, objetivos e estratégia de mercado da sua organização.
Trace uma estratégia para sua empresa, defina planos de ação para tornar essa estratégia em algo tangível e estabeleça KPI’s personalizados que retratem sua situação fidedignamente.

E muito além de entender o seu mercado e seu público para definir sua estratégia, para estruturar bons KPI’s é necessário ir até o processo produtivo, conversar com as pessoas envolvidas (e não apenas executivos e gerentes), entender sua conjuntura, desenhar o processo de ponta a ponta e, sempre que necessário, consultar experts no assunto KPI; só assim você poderá entender em tempo real se está no caminho certo para chegar aos seus objetivos estratégicos e, caso identifique estar aquém do desempenho necessário, quais ações serão necessárias para gerar impacto na execução.

Além disso, é necessário desenvolver formas de coletar dados para que eles possam ser transformados em informações e depois em indicadores. Em seguida é necessário dispor essas métricas de forma visual e acessível para o acompanhamento efetivo desses dados. Isso é feito por meio da criação de Dashboards. Tudo isso é feito por meio do projeto de implementação de Business Intelligence que busca definir indicadores de desempenho para sua empresa e depois estruturar todo o processo para que isso funcione de forma eficiente e automatizada.

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O que é um dashboard e porque ele pode te ajudar a controlar o seu estoque?

Afinal, o que são Dashboards?

Dashboards são painéis personalizados para a visualização de informações de forma prática e rápida. Esses painéis interligam dados que têm uma relação direta, como no caso do estoque, quantas peças de determinado produto tem armazenado? Qual o valor dessa quantidade que está armazenada? quantos desses produtos já foram comprados por clientes finais? 

Exemplo de Dashboard

 

Assim, um dashboard não é só uma forma de visualizar dados, mas também de analisar as métricas da empresa, o que ajuda a entender o que pode ser melhorado e onde deve-se agir dentro daquele setor. 

 

Como melhorar o meu Controle de estoque?

O estoque muitas vezes é essencial no dia a dia de uma empresa, seja por agilizar o processo produtivo, seja para oferecer de forma rápida o produto para o cliente final. Entretanto, todos concordamos que estoque em excesso é dinheiro parado, o que é culpa direta de um controle pouco efetivo deste inventário, o que pode se tornar um problema para o empreendedor e para a saúde financeira do negócio! 

Nesse sentido, é necessário que os empreendimentos que dependem de uma certa quantia de material armazenado tenham o controle dessa situação, desde o custo que está armazenada até a quantidade de peças, além de entender o que entra e sai para melhorar cada vez mais a previsão de demanda. 

São, realmente, muitos dados para serem analisados e entendidos por uma pessoa só. A boa notícia é que você não necessariamente precisa anotar esses dados um por um e ir controlando de forma manual, pois, hoje, já existem ferramentas que automatizam o processo de análise de dados e facilitam o entendimento das informações de forma visual! Essas ferramentas são conhecidas como Business Intelligence, e, entre elas, está a elaboração de Dashboards.

 

Porque você precisa de um Dashboard para gerir seu estoque?

É muito importante para as empresas, hoje, ter uma visão sistêmica dos seus processos e departamentos. Alguns setores, como o inventário, têm grande peso de decisão dentro de uma organização, visto que ele está diretamente ligado com a capacidade de impulsionar vendas e atender as demandas do mercado. Além disso, o estoque também se relaciona com a continuidade do processo produtivo, pois a falta de matéria pode parar a produção e atrasar o desempenho. Por fim, é importante considerar que um estoque parado durante muito tempo também é dinheiro parado e aumento de custo produtivo.

Nesse sentido, um controle de estoque eficiente é mais do que necessário na hora de gerir os próximos passos da empresa, e, para isso, é importante ter uma base sólida e consistente de dados e uma ferramenta que auxilie na tomada de decisão de forma clara. Um dashboard conta com todas essas qualidades, além disso ele pode ser configurado para atualizar diariamente, fazendo com que as informações nunca se percam ou fiquem obsoletas, contribuindo muito para a organização e controle do estoque. 

 

Quais as principais ferramentas para criação de Dahboards?

A – EXCEL

O Excel é uma das mais famosas ferramentas para coleta, registro e análise de dados. Assim, basta ter um banco de dados em formato de planilha que já é possível realizar análises e gráficos desses dados buscando transformar esses dados em informações valiosas para o gerenciamento e controle da sua empresa. Quer auxílio para criar banco de dados e um dashboard em EXCEL clique aqui e agende um diagnóstico gratuito

B – POWER BI

O Power BI é menos conhecido e difundido que o Excel, entretanto ele possui muito mais funcionalidades que permitem análise de dados mais automáticas e bem mais interativas. Porém, é necessário um maior conhecimento e suporte para garantir que essa ferramenta funcione de forma eficiente e esteja sempre atualizada. Se você quer conhecer mais sobre o POWER BI e implementá-lo na sua empresa clique aqui e marque um diagnóstico gratuito com nossos consultores especialistas.

 

Consequências de um controle de estoque ineficiente

     Os objetivos de um controle eficiente são:

1- Maximizar o nível de atendimento da demanda por meio de mercadorias em estoque;

2- Reduzir os custos totais com estoque;

3- Otimizar a eficiência operacional mediante essa redução de custos.

Nessa linha de raciocínio, um gerenciamento ruim ocasiona a uma quantidade irreal de mercadoria parada ou a descontinuidade do processo produtivo por falta de mercadoria; custos descontrolados com estoque e falta de eficiência no alocamento de recursos.

Algumas práticas de controle de estoque são bem simples e também podem ser inseridas em um dashboard, como: o registro de entradas e saídas; inventário de materiais; preço por material, entre outros. 

Nesse sentido, fica claro a importância de gerir um estoque de forma eficiente e controlada, para que todo o processo possa funcionar corretamente e a saúde financeira do negócio perdure. 

 

Quer criar um dashboard personalizado para a gestão eficiente do seu estoque? 

Aqui na PJ consultoria, nós trabalhamos tanto com o controle de estoque quanto com a implementação de Business Intelligence. O nosso projeto de controle de estoque conta com etapas que vão desde a coleta e análise dos dados de estoque, passando pela análise do processo e dos seus custos até uma análise da demanda da empresa, onde por fim iremos sugerir melhorias no método de controle de estoque. Já o nosso projeto de implementação de BI tem etapas como: entendimento dos dados, definição de indicadores de desempenho e acompanhamento e criação de dashboards interativos e visuais que sejam capazes de demonstrar informações de forma clara e precisa. 

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Precificação: como precificar 100% os seus produtos

O ato da venda consiste na troca de algo que você pode oferecer ao seu cliente por, na maioria das vezes, dinheiro. Para que essa troca seja justa, os dois lados têm que oferecer o mesmo valor, de modo que se torne crucial saber o quanto vale aquilo que você está oferecendo, ou seja, como calcular o preço de seus produtos ou serviços

Precificação: como calcular o preço de venda de seus produtos ou serviços

O preço das coisas é regulado pela conhecida “mão invisível do mercado”, utilizando-se, inclusive, do princípio da oferta e procura citado por Adam Smith. Mas você sabe se o preço de suas mercadorias estão realmente regulados com o mercado?

Afinal, um valor não muito alto pode ser a diferença entre o sucesso de um concorrente e o fracasso de outro. Ou talvez a precificação do seu produto seja mais efetiva se for feita baseando-se nos custos dele. Um pouco complicado, não? Quer saber como precificar o seu produto ou serviço? Venha com a gente!

O que é precificação?

A precificação de um produto nada mais é do que atribuir uma quantia econômica ao bem ou serviço que você oferece, podendo ser realizada principalmente de três maneiras diferentes, que variam de acordo com o setor e contexto em que está inserida sua empresa. Essas três maneiras podem ser:

Precificação Baseada em Custos

Calculada de forma mais direta, a precificação baseada em custos determina preços baseados nos dados contábeis de uma empresa, adicionando, posteriormente, uma margem.

Custos são os gastos usados na produção, e que muitas vezes podem ser relativamente difíceis de se encontrar, por poderem estar diluídos entre os diversos produtos. Por isso, usa-se métodos de custeio de alta tecnologia, tais como o Custeio ABC e o Custeio por Absorção.

 

Caso você tenha interesse em entender mais sobre os custos de sua empresa, leia nosso artigo Controlando Custos

 

Uma vez encontrados os custos, como encontrar a margem a ser adicionada?

Markup é um índice utilizado na formação do preço de venda de um produto ou serviço, muito utilizado, por exemplo, no setor de varejo.

Preço = Custo x Markup

 

Como calcular?

 

Markup = 100 / 100 – (I + C + DA + LD)

I = Impostos;

C = Comissões;

DA = Despesas administrativas;

LD = Lucro desejado;

 

O Índice Margem de Contribuição (IMC) é outro método de precificação baseada em custos que mostra a parcela do preço de venda de um produto que representa custos.
É importante para a saúdo da empresa manter sempre uma razoável margem de contribuição, e crucial que ela seja positiva.

 

Caso isso seja um problema em sua empresa, leia nosso artigo: Quais São os Gastos de Uma Empresa

IMC = (Margem de Contribuição / Preço de Venda) x 100

 

Outro indicador importante é a Margem de Contribuição (MC), responsável por mensurar quanto sobra da receita para pagar custos e despesas fixas e obter lucro. Também pode ser fixada como parâmetro no momento da definição do preço de venda dos produtos e serviços.

 

MC = PV – (CUV + DUV)

PV = Preço de venda;

CUV = Custo unitário variável;

DUV = Despesa unitária variável;

 

Em um exemplo em que o IMC corresponde a 30%, essa seria a parcela do preço de venda correspondente a lucros e os outros 70% aos custos, de modo que quanto mais apertada for essa margem, mais risco pode possuir o seu negócio.

 

Precificação Baseada no Mercado e no valor percebido

Entrando agora mais na questão do controle exercido pelo mercado, esse método de precificação compara os preços de seus produtos com os de seus concorrentes, de modo a encontrar um preço “comum” ao mercado, fazendo com que suas mercadorias não sejam sub e nem supervalorizados.

Esse método baseia-se principalmente em pesquisas de mercado, importante ferramenta utilizada para que sua empresa possa compreender melhor o contexto em que está inserida.

Figura 1 – Comparação de preços de uma empresa com os de seus concorrentes

 

Na figura acima, vemos um exemplo de comparação de preços entre os oferecidos pelo mercado e os pela empresa interessada, de modo que, a partir daí, é possível alcançar um preço ideal de mercado, utilizando os parâmetros citados anteriormente. Normalmente, o ideal é que seus preços fiquem dentro daquela faixa média, a faixa amarela.

 

Se deseja conhecer mais sobre a pesquisa de mercado, acesse nosso artigo Saiba Como Fazer uma Pesquisa de Mercado

Aqui temos um exemplo de pesquisa de mercado realizada por nós: Pesquisa de Mercado: conheça um dos nossos casos de sucesso 

 

Estratégias

Mesmo havendo métodos precisos como os citados acima, é importante que se tenha um jogo de cintura, a cereja do bolo da precificação de seus produtos ou serviços, considerando cenários que podem ser propiciados pelo mercado, utilizando de estratégias importantes, tais como:

Precificação Estratégica

Baseia-se principalmente no tipo de público que se deseja alcançar, além do nível de qualidade deseja-se que seus produtos tenham, de modo a, por exemplo, praticar um preço alto para produtos de alta qualidade para atingir uma faixa alta do mercado, ou um preço médio, compatível a qualidade do produto para que se possa vender para uma parte aceitável do mercado.

Estratégias de Desconto

Método importante para aumentar seu número de vendas, a maneira em que se realizam os descontos também pode ser feita estrategicamente, como descontos para quem paga a vista, desconto para quem compra produtos ou serviços em grande quantidade ou até mesmo descontos para  quem compra em baixas estações.

O Trabalho da PJ

Em nossa empresa realizamos o projeto de precificação de produtos e serviços, tendo como objetivo a implementação de um método adequado às necessidades estratégicas e às características de nossos clientes, garantindo uma boa saúde empresarial e competitividade no mercado.

 

Precisa de ajuda para precificar seus produtos e serviços? Entre em contato e agende um diagnóstico para que nossos especialistas possam entender melhor a sua situação e te auxiliar a aumentar a produtividade do seu negócio. Clique aqui para agendar um diagnóstico gratuito

Estudo de viabilidade econômica: Tome decisões viáveis

O Que é um Estudo de Viabilidade Econômica?

O estudo de viabilidade econômica visa definir se um empreendimento é viável ou não, através de uma análise mercadológica e financeira. É ideal para futuros empreendedores e para aqueles que desejam abrir um negócio próprio, mas ainda não têm certeza se será rentável.

Se você já possui uma quantia de dinheiro guardada e busca criar um negócio ou expandi-lo? É fundamental ter uma análise prévia sobre a viabilidade desse projeto para evitar que, no meio da montagem da operação, perceba-se que a ideia é insustentável.

Toda empresa precisa analisar seus gastos, riscos e resultados antes de iniciar um novo projeto. Este artigo mostrará como considerar cada ponto na tomada de decisões para que seu dinheiro seja gasto de maneira correta e eficiente. Não realizamos estudos para fins de empréstimos bancários, mas sim para uma tomada de decisão estratégica para o seu futuro negócio.

 

Invista seu Dinheiro com Mais Assertividade

Como é possível identificar quanto investir em um projeto sem conhecer como ele impactará sua empresa? É aqui que o estudo de viabilidade econômica entra em cena. Sempre que surge um novo planejamento na empresa, precisamos saber como ele funcionará, o que será necessário para aplicar e, o mais importante, quanto será gasto. O estudo de viabilidade econômica fornece essas respostas e também uma estimativa do retorno esperado, permitindo entender se o projeto trará benefícios.

Como Fazer um Estudo de Viabilidade Econômica

1. Análise Mercadológica

O primeiro passo é coletar dados para entender quem é o público-alvo do projeto e quanto estará disposto a investir. Também é possível identificar tendências e demandas de produtos e serviços no mercado atual e como explorá-las. Isso é feito através de uma pesquisa de mercado na região onde ocorrerá o novo projeto ou estabelecimento.

Para saber mais sobre os desejos do seu público-alvo, veja este texto sobre pesquisa de mercado.

Além da análise do público, é necessário conhecer a concorrência, saber o que ela está vendendo, de que forma e para quem. Isso é crucial para buscar diferenciais e viabilizar sua empresa.

2. Análise Financeira

O próximo passo é conhecer suas receitas e despesas e analisar como elas ficarão após o lançamento de um produto ou projeto. Os gastos devem ser calculados em cenários negativos, caso o projeto não tenha um bom resultado, e positivos, em casos de sucesso. Isso ajuda a evitar custos excessivos e irreparáveis, sempre considerando imprevistos. Após analisar todo o cenário e verificar a viabilidade, é necessário continuar atento aos resultados para fazer modificações pontuais e se preparar para novos projetos, sempre buscando mais sucesso.

3. Desenvolvimento Estrutural

Por fim, desenvolve-se o funcionamento da organização por meio de organogramas que demonstram as pessoas envolvidas no projeto e suas funções. Isso garante uma estrutura clara e eficiente para a implementação do projeto.

Ferramentas para Melhorar os Resultados

Existem muitas ferramentas no mercado para facilitar e acelerar a viabilidade de projetos. Aqui estão algumas dicas:

Conclusão

Viabilizar economicamente projetos e a empresa em geral demanda tempo e trabalho, mas sempre traz resultados conclusivos. Com estas ideias de análises, você poderá conhecer a influência do seu projeto nas contas e alcançar os resultados esperados. Mesmo com resultados negativos iniciais, melhorias e trabalho duro trarão resultados positivos no futuro.

 

Quer saber mais sobre como a PJ pode te ajudar com o estudo de viabilidade econômica na sua empresa? Clique aqui para falar com especialistas! Estamos ansiosos pelo seu contato!

 

Entre em contato com nossa equipe pelo formulário abaixo, e caso queira saber de algum assunto relacionado, navegue pelo nosso blog ou nossas redes e descubra muitas outras dicas e informações.

 

Plano de manutenção preventiva: reduzindo custos do 0.

 

Sua empresa não está rendendo como esperado? Você quer ter um controle maior sobre seu maquinário e com isso reduzir ou planejar seus custos? Quer evitar problemas em máquinas durante sua utilização? Um plano de manutenção preventiva pode ser sua solução!

 

Reduza os problemas gerados por seus maquinários

É indiscutível que as máquinas facilitaram a vida de todas as pessoas, entretanto, muitas vezes, elas nos deixam na mão por apresentarem problemas durante seu uso, o que, no dia a dia de uma empresa que depende de seu maquinário, pode gerar um prejuízo catastrófico.

 

Imagine toda uma linha produtiva parada devido a um congelamento da produção de uma peça importante, além de um gasto inesperado com a manutenção da máquina acontecendo durante o horário comercial.

Por isso, é crucial realizar um plano de manutenção na sua empresa para evitar essas situações e garantir o funcionamento efetivo das máquinas, maximizando os lucros.

 

Se você precisa desenvolver um novo maquinário para sua linha produtiva, veja como podemos ajudar!

 

O que é o plano de manutenção?

Plano de manutenção é um projeto que visa examinar com detalhes as atividades de sua empresa que podem requerer algum tipo de manutenção (os tipos existentes serão mostrados no próximo tópico do texto), buscando sempre reduzir os custos e otimizar a produção do maquinário. Dessa forma, são imprescindíveis para obtenção de melhores resultados financeiros.

 

Quais são os tipos de manutenção possíveis?

O plano de manutenção possui dois tipos diferentes, que se destrincham em partes mais detalhadas. De forma geral, temos a manutenção planejada e a não planejada.

 

1 – Manutenção Não Planejada

Esse tipo de manutenção refere-se a reparar um defeito que já tenha sido causado ou fazer alguma correção inesperada em um maquinário. Dessa forma, ela evita que esse problema se espalhe para outras partes da empresa.

 

Porém, provavelmente, sua produção terá que ser paralizada por certo tempo para realizar tais reparos. Assim, essa parada inesperada pode causar inúmeros prejuízos financeiros e atrasos na entrega de produtos, causando insatisfação nos seus clientes.

 

Diante disso, é ideal que aconteça o menor de número de problemas para evitar esses custos e atrasos.

 

2 – Manutenção Planejada ou Plano de Manutenção

Por outro lado, é possível prever quais máquinas precisarão de reparos, podendo calcular e reduzir custos com essa atividade ocorrendo de forma preventiva, além de evitar a perda de tempo produtivo. Por isso, é importante seguir algumas etapas que serão abordadas a seguir para garantir um planejamento adequado.

 

Quais são as etapas para realizar um plano de manutenção na minha empresa?

Tendo contactado a PJ Consultoria para realizar um plano de manutenção na sua empresa, quatro etapas serão seguidas para garantir a execução plena do projeto.

 

Primeiramente, será feito um estudo acerca do setor onde a empresa atua e de um banco de dados dos registros de solicitações de manutenção passadas (um requisito para realização do projeto), para identificar os maiores problemas.

 

Em seguida, serão determinados os métodos a serem usados, de acordo com as especificações da empresa estudadas anteriormente. Assim, vão ser detalhadas as ações e o prazo junto ao responsável por implementar as soluções (a PJ apenas define o plano de manutenção, e não fica responsável por sua implementação).

O último passo para sua empresa é a própria implementação das soluções propostas.

 

Para aprender mais sobre Plano de Manutenção, baixe nosso e-book de forma gratuita!

 

Por que fazer um plano de manutenção preventiva?

Realizando um plano de manutenção em sua empresa, os benefícios são vários. Os principais são o prolongamento da vida útil do seu maquinário, menor número de falhas e perda de tempo, maior segurança para os operadores, previsibilidade para resolução de problemas e ganho de produtividade.

 

Todos esses motivos têm feito com que pequenas e médias empresas busquem mais esse investimento, que já é feito por grandes empresas. A Fiat é um bom exemplo de empresa grande que se beneficia pela gestão de manutenção.

 

Portanto, tendo em vista todos os benefícios de ter um plano de manutenção na sua empresa, fica clara a importância de realizá-lo. Esse projeto agrega muito na sua produção, além de elevar a qualidade de trabalho de seus funcionários. Tudo guiando para um caminho de maiores ganhos e lucros.

 

Para colocar esse projeto em prática, entre em contato CLICANDO AQUI

Gerenciamento de riscos: o que é e como fazer?

Você busca se preparar estrategicamente para os riscos que sua empresa pode estar correndo? Nesse artigo, você entenderá melhor sobre o gerenciamento de riscos.

O que são riscos?

Conforme o Guia PMBOK, destinado a apresentar as melhores práticas de gerenciamento de projetos no geral, “risco é um evento ou uma condição incerta que, se ocorrer tem um efeito positivo ou negativo em um ou mais objetivos do projeto, como escopo, prazo, custo e qualidade”. Pensando na realidade do dia a dia de uma empresa, os riscos costumam estar associados a qualquer planejamento de projeto em futuro próximo, como a implementação de novas práticas, métodos e ferramentas, além dos projetos mais longos, que visam gerar maior impacto no processo de produção.  Os riscos existirão para qualquer um desses contextos, e para mitigá-los, é importante fazer o gerenciamento desses.

O que é o gerenciamento de riscos?

O gerenciamento de riscos é a busca por prevenir os eventos negativos, por meio do planejamento de respostas antecipadas aos pontos mais delicados do plano. Ademais, em consequência dessa gestão feita aumentam-se as oportunidades de ocorrência dos eventos positivos e, assim, caminha-se na direção do objetivo do projeto.

Vantagens do gerenciamento de riscos

Passo-a-passo do gerenciamento de riscos e possíveis ferramentas para serem usadas como auxílio

A seguir, apresentaremos a sequência mais lógica para lidar com a incerteza envolvida nos riscos.

 

 

 

 

gerenciamento de riscos

 

Um exemplo prático que podemos citar do nosso cotidiano aqui na PJ é que ao iniciarmos o planejamento de um projeto, nós elencamos os possíveis riscos, levantamos suas causas e avaliamos as probabilidades de ocorrerem, bem como os impactos de cada um. Além disso, pensamos nas possíveis prevenções e correções. Tudo isso é feito por meio de ferramentas para conseguirmos monitorar o status de todas essas ameaças ao longo do projeto.

Agora que conheceu mais sobre o gerenciamento de riscos, caso tenha interesse em aprofundar mais sobre como evitá-los, saiba também sobre Poka Yoke: Como criar um sistema à prova de falhas.

Sente a necessidade de um auxílio para melhorar o gerenciamento de riscos da sua empresa? Não perca essa oportunidade e entre em contato conosco!