7 Vantagens da Gestão de estoque para impulsionar sua empresa

Entenda a importância e os resultados de uma boa gestão de estoque para a sua empresa

Desde o início da Revolução Industrial, a produção em massa em detrimento da personalização dos produtos era a maneira mais efetiva de se reduzir os custos da produção. Essa configuração se baseava em um sistema de produção padronizado, com pouca flexibilidade e grandes estoques, tanto de matéria prima, quanto do produto final.
Contudo, com a globalização, principalmente econômica, mercados que costumavam ser previsíveis se tornaram mais complexos, principalmente no que tange à demanda do consumidor e a controle de estoque. A partir daí, os grandes estoques, que antes eram uma estratégia benéfica, passaram a se tornar um dos vilões das empresas nos casos em que sua gestão não é bem executada.
gestão de estoque
Com a evolução das ferramentas digitais, mercados se tornaram ainda mais concorridos e imprevisíveis, com crescimentos exponenciais. Há quem pense que a gestão de compras e estoque é crucial apenas para grandes companhias, mas, para empresas com menores recursos, ter dinheiro livre para investir em outras áreas pode ser o diferencial frente à concorrência.

Porque melhorar a gestão de estoque 

Existem vários aspectos nos quais uma gestão de estoque eficiente pode impulsionar a sua empresa, como quando a sua necessidade é de atender às demandas de forma constante, já que a venda de produtos e serviços sofre sazonalidade durante o ano, dependendo do seu ramo de atuação. A gestão eficaz de estoque também se relaciona diretamente à continuidade dos processos, uma vez que a falta de produtos ou matérias-primas pode interromper as operações, gerando prejuízos consideráveis e impactando a reputação da empresa. Além disso, uma boa gestão de compras e estoque pode contribuir para a economia de operações, por meio da previsão do aumento ou diminuição na demanda de alguns produtos, ajudando a planejar a quantidade requerida com antecedência e melhorando a tomada de decisão na hora de comprar ou fazer um investimento.

Uma gestão de estoque eficiente também otimiza o espaço físico da empresa, garantindo que os produtos sejam armazenados de maneira organizada e acessível, o que reduz o tempo gasto na busca por itens e melhora a produtividade geral. Ela ajuda a reduzir perdas com produtos vencidos ou deteriorados, o que pode acontecer quando a rotatividade não é bem gerenciada. A redução de custos operacionais também é um dos grandes benefícios de uma gestão de estoque eficiente, além de melhorar a experiência do cliente, que pode receber o produto solicitado com maior rapidez e assertividade.

Outros aspectos importantes desse gerenciamento

Na prática, a gestão de estoques na sua empresa se baseará na previsão de demanda, no desenvolvimento e monitoramento contínuo do sistema de controle, e na adequação do espaço físico para o armazenamento dos itens. A gestão de estoques é, portanto, um desafio constante para a maioria das empresas, mas com um planejamento adequado e a implementação de boas práticas, ela tem um enorme potencial para salvar sua empresa, ajudando a minimizar custos e desperdícios, e aumentando suas chances de se destacar no mercado e elevar seus ganhos. Uma gestão bem estruturada contribui também para a sustentabilidade e o crescimento contínuo do negócio.

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O que é Organização do Trabalho?

Ao longo da história, existiram diversas formas de se organizar o trabalho. Nesse sentido, cada vez mais se torna importante entender o contexto da sua empresa e organizar o seu negócio de forma que garanta a maior produtividade possível.

O que é Organização do Trabalho?

A organização do trabalho, cujo objetivo está relacionado a forma de agir perante as atividades e expectativas de uma empresa, possui significativa importância no que tange a produtividade e melhorias produtivas, traduzindo o entendimento dos postos de trabalho em uma vantagem competitiva para a sua empresa.

Sistema Produtivo: Níveis hierárquicos 

Ao analisar um sistema produtivo, podemos hierarquizar as relações em três níveis: Arquitetura Organizacional, Organização do Trabalho e Ergonomia.

organizaçao do trabalho estrutura

 

Análise macro de uma empresa, buscando entender como diferentes áreas, como núcleo operacional e cúpula estratégica, se relacionam.

Em um nível intermediário, analisa as relações dentro das próprias áreas de uma organização. 

Análise micro de uma empresa, compreendendo o posto individual do trabalhador e o elo entre homem, máquina e ambiente. 

 

Para saber mais sobre Ergonomia, acesse esse link.

 

Modelos de Organização do Trabalho

Para entender como se fundamenta a organização do trabalho nos dias atuais e como ela pode estar ser comportando em seu ambiente de trabalho, é necessário que se construa uma linha evolutiva dos modelos de organização, a partir da formalização da divisão do trabalho, visto que ela pode agrupar diferentes pontos desses períodos. 

1. Pré-Clássico

A sociedade, durante um grande recorte de tempo, teve sua produção a base do artesanato.

Todavia, principalmente em virtude da observação de Adam Smith e da construção de seu pensamento econômico, foi teorizado o liberalismo e a divisão de trabalho (abordado em sua obra “A Riqueza das Nações”), o que culminou no surgimento de oficinas e na mudança da produção artesã para a manufatureira.

Dessa forma, destaca-se o ganho de produtividade e a perda do domínio técnico por parte do trabalhador. 

2. Administração Científica (Escola Clássica)

Em um contexto de grande desenvolvimento tecnológico ocasionado pela Revolução Industrial, surgiu, no início do século XX, um modelo de administrado pautado na substituição do tradicional pelo racional e no conceito de Homo economicus, ou seja, homem econômico racional. 

Assim, a partir de realizações de experiência e análises no chão de fábrica, configura-se princípios baseados na seleção e treinamento dos trabalhadores e no planejamento e controle do trabalho. Nesse sentido, urgiram dois principais nomes que desenvolveram e aplicaram a análise científica: Taylor e Ford.

 

Com ênfase em tentar extrair o maior rendimento dos trabalhadores, Taylor desenvolveu e teorizou aspectos da produção como um layout funcional, alta especialização do trabalho, cronoanálise (estudo do tempo) e padronização do processo produtivo.

A principal contribuição de Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, além da aplicação de diversos conceitos da administração científica em sua fábrica , foi a instalação de esteiras rolantes na linha produtiva, o que intensificou a especialização do trabalho e contribuiu para uma produção em massa em espaço curto de tempo, exemplificada pelo Ford T Preto.

 

organizaçao do trabalho fordismo

 

3. Escola de Relações Humanas

Durante o fim da década de 20, surgiu um movimento de estudo denominado teoria das relações humanas, que associava as relações sociais entre os trabalhadores com a produtividade, levantando pontos como motivação, liderança e competência. Dessa maneira, a principal contribuição dessa escola foi que, pela primeira vez e na contramão de outros pensadores, levou-se em consideração a necessidade do ser humano de se relacionar e como isso influenciava no seu rendimento. 

4.  Toyotismo

O Japão, após o fim da Segunda Guerra Mundial, vivia um cenário em que faltavam recursos e mão de obra para produzir, necessitando, assim, de um modelo alternativo ao que vigorava nas grandes economias mundiais, o fordismo.

Nesse sentido, aplicou-se um modelo, inicialmente na fábrica da Toyota, baseado no Lean Manufacturing, em que a principal premissa era no foco na redução de desperdícios, e no princípio Kaizen, que aborda a melhoria contínua.

 

Para saber mais sobre Kaizen, acesse esse link.

 

Com a combinação de elementos como layout em células de produção, menor especialização do trabalho, ciclo de pilotagem integrado e gestão da qualidade total, a Toyota organizou os trabalhadores em equipes, e esses, por sua vez, possuíam multitarefas, ou seja, se revezavam nos postos de trabalhadores.

Essa medida reduziu custos e impactou na motivação do trabalho, propiciando uma cooperação constante entre os trabalhadores. 

Além disso, estabeleceu-se princípios como o Jidoka, em que dispositivos eram instalados em máquinas para rejeitar condições anormais, evitando produtos defeituosos, e Poka Yoke, que significa à prova de erros, ferramenta utilizada para evitar problemas na produção

 

Para saber mais sobre Poka Yoke, acesse esse link.

5. Escola Socio-técnica

A partir de uma análise de extração de mina de carvão na Inglaterra, observou-se problemas com a mecanização do trabalho.

 

Dessa forma, observou-se uma ruptura com o fracionamento de tarefas e burocratização, denotando-se, além da tecnologia utilizada e conhecimento técnico, uma importância no nos objetivos coletivos e individuais, abordando pauta como demandas sociais, políticas e econômicas.

Assim, as características desse modelo está na realização de um conjunto de tarefas realizadas entre grupos semiautônomos, ocasionando o ganho de comunicação e cooperação, e autorregularão por parte do grupo.

 

A equipe possuía autonomia para realizar suas atividades e multifuncionalidade, o que desenvolvia o trabalhador e gerava satisfação, não o sendo mais visto como complemento da máquina. Dessa maneira, era fundamental a utilização de canais de comunicação para feedbacks e troca de informações, sustentando uma nova forma de avaliação e remuneração, baseada na produtividade do grupo.

6. Atualmente

Hoje em dia, há a convivência de diversos modelos, aplicando-se conceitos de diferentes escolas em uma mesma empresa. Observa-se a tendência de um retaylorização, com a racionalização nas operações das máquinas e uma precarização do trabalho, tendo uma alta rotatividade. 

Além disso, um dos grandes trunfos é a utilização da gestão focada no ciclo PDCA, que descreve o controle e a busca pela melhoria de processos, facilitando e redirecionando intervenções por meio de ferramentas da qualidade.

 

Para saber mais sobre Ciclo PDCA, acesse esse link.

 

A motivação na Organização do Trabalho

A motivação na organização do trabalho está muito ligada com a valorização do indivíduo perante a empresa. Nessa lógica, é necessário dar ao trabalhador recursos para que ele possa se sentir importante. Dessa maneira, reduzir a especialização do trabalho, promovendo, assim, um rotação e integração de cargos, enriquecendo-os, auxilia nesse processo. Além disso, necessita-se de uma autonomia no trabalho e uma forma de se sentir reconhecido e recompensado.

Diante da importância da motivação no trabalho, é interessante ressaltar que ela é descrita de diversas maneiras, sendo objeto de estudo de diversos cientistas, sendo alguns:

 

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Desenvolvimento de produto: por onde começar? Do 0 ao 100%!

A área da concepção de novos produtos é um setor em que inovar ganha grande ênfase. Desenvolver novos aparatos, funcionalidades, maquinários, ou até mesmo adaptar e modificar produtos existentes é uma necessidade constante para quem quer oferecer um serviço diferenciado e se destacar no seu nicho mercadológico.

A partir disso, em alguns momentos surgem ideias geniais, produtos a serem otimizados, produção a ser transformada, máquinas a serem criadas. Mas, se tratando de desenvolvimento de produto, como saber se sua ideia é realmente boa e viável? E, sendo a resposta positiva, por onde começar a pôr em prática? 

Buscar auxilio nos serviços de uma consultoria pode orientar melhor os esforços de determinada tarefa, buscando novas visões e possibilidades, além de um entendimento mais imparcial e profissional. Em muitos casos, somente utilizando tal mão-de-obra qualificada, pode-se conseguir alcançar a finalidade desejada.

No desenvolvimento mecânico de um produto, várias são as etapas: é preciso alinhar as necessidades que carecem de ser supridas, realizar pesquisas de mercado sobre os produtos similares já existentes, entender qual solução se adapta melhor ao contexto, ter atenção a patentes pré-existentes e as necessárias para resguardar legalmente o novo invento, além de todo um planejamento da engenharia envolvida no processo.


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Elaboramos um passo a passo para você entender melhor.


Projeto Conceitual

 

Para começar seu projeto, o primeiro passo consiste em reforçar a ideia. É importante que você defina qual o intuito principal do produto, quais as restrições para o seu funcionamento e para a sua execução e até mesmo restrições no valor do investimento.

Com essas ideias bem estruturadas, é necessário que se comprove a viabilidade do projeto. Para isso, usa-se conhecimentos técnicos, que busquem o melhor funcionamento do seu produto e realize cálculos a fim de fornecer provas de sua efetividade.

Além disso, os responsáveis técnicos também realizam modelagens em 3D. Essas, além de auxiliar nas provações do projeto, também permitem mostrar sua ideia de forma mais visual.

 

Desenho Técnico

Em seguida, é importante que se realize desenhos técnicos do produto. Essa etapa é crucial para a sua posterior produção, assim como para a elaboração de documentos e manuais de uso, para a montagem e auxilia, também, com possíveis melhorias.

O desenho técnico é uma das maneiras mais efetivas de interligar a pessoa ou empresa que idealizou o produto com os responsáveis por sua fabricação. Isso se dá ao fato de que eles seguem os padrões da norma ABNT, evitando, assim, interpretações incorretas e um resultado final diferente do esperado.



Simulação em vídeo 3D

Alguns produtos demandam também que realize uma simulação em vídeo 3D. Essa etapa tem como objetivo tornar o projeto ainda mais visual, desenvolvendo vídeos de como montar e/ou utilizar o equipamento.

Como resultado, tem-se uma forma mais didática de entender o produto como um todo. Sendo importante, principalmente, para projetos mais complexos.

 

Prototipagem

Após essas etapas, é essencial que você crie uma representação do produto, a prototipagem. Ela será responsável por colocar o projeto na prática, verificando se ele cumpre com o objetivo desejado, se é funcional e se te agrada. E, a partir disso, torna-se mais fácil realizar mudanças caso necessário.

Essa validação é feita por meio de insumos com menor custo que os do projeto real. Dessa forma, realizar a prototipagem faz com que você evite gastos e tempo desnecessário. Isso já que o protótipo evita que o produto final seja fabricado e, no fim, não seja funcional ou precise de melhorias, gerando retrabalho.


Manual Técnico

Por fim, é importante ter manuais técnicos. Sua finalidade é ter uma melhor compreensão do produto, contando com a elaboração de instruções sobre a forma correta de utilização e manutenção. Além de abranger características do mesmo.

Com esse melhor entendimento, evita-se o seu mau uso do produto e, então, é possível preservá-lo e evitar danos.

 

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5 Porques: sua empresa soluciona causas ou sintomas?

5 porquês: Aprenda como fazer

No dia a dia, especialmente no local de trabalho, é necessário agir rapidamente diante dos problemas que surgem. Nesse contexto, muitas vezes só tratamos de um sintoma do problema e não da sua causa raiz, fazendo com que o mesmo volte a ocorrer.

 

 

Isso pode causar prejuízos ainda maiores, tendo em vista que você não está resolvendo o problema principal, apenas resolvendo problemas superficiais. O que você pode fazer para atingir o centro do problema e ter uma solução muito mais completa, duradoura e barata?

Para tomar a contra medida adequada, uma técnica que pode ser utilizada é a dos Cinco Porquês (5 Why’s em inglês). Essa técnica visa encontrar a causa raiz de um problema, tendo uma aplicação simples, e consiste, basicamente, em fazer perguntas consecutivas até chegar à principal causa da situação.

 

A aplicação dessa ferramenta consiste em:

  1. Definir um problema;
  2. Fazer sucessivamente a pergunta “Por quê? ”, a fim de entender realmente o problema e encontrar sua causa raiz;
  3. Definir a contra medida adequada. Nem sempre é necessário repetir a pergunta cinco vezes consecutivas. Em alguns casos menos de cinco perguntas serão necessárias e em outros mais de cinco serão necessárias.

 

Exemplo prático

O computador parou de funcionar e é um problema recorrente. Isso atrasa o andamento do trabalho de um dos funcionários. Este, por sua vez atrasa o andamento do trabalho de mais pessoas.

 

A metodologia

 

Contramedidas possíveis

 

Com esse exemplo, começamos a entender que os 5 Porquês é uma técnica de fácil aplicação e que pode gerar melhorias no seu processo. A ferramenta tem aplicação ideal quando há fatores humanos envolvidos no problema, podendo ser usado com ou sem um projeto de Seis Sigma. Contudo, é importante ressaltar que é recomendada apenas para problemas de solução simples e que problemas mais complexos podem exigir o uso de métodos e ferramentas mais sofisticadas.

Ainda assim, uma das maiores fabricantes de veículos no mundo, a Toyota, utiliza a ferramenta com frequência. A empresa que é referência em produção de elevada qualidade e baixo custo operacional, adaptou os 5 porquês a um nível mais profundo: os 7 Porquês.

Para um uso ainda mais técnico e eficiente dos 5 Porquês, pode-se utilizá-lo juntamente com o Diagrama de Ishikawa (diagrama de Espinha de Peixe), somando a visão sistêmica dos problemas da empresa do Ishikawa com a profundidade de pesquisa de problemas do 5 Porquês.

Por conseguinte, conseguimos perceber que essa técnica não é apenas um exercício de rotina, mas sim uma maneira simples e eficaz de encontrar problemas e solucioná-los, seja em grandes empresas multinacionais, seja em micro e pequenas empresas locais.

 

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